
Agora que estou a escrever este texto, e acabei de escrever o título, lembrei-me de 2 bandas onde toquei, se bem que na verdade foram 3 e só me consigo lembrar de 2 nomes: Direcção Geral e NIB (que ao exemplo dos GNR e UHF é uma sigla conhecida mas nós, eu tenho 90% de certeza que fui eu, definimos como Nova Identidade da Banda). Uma mistura dos 2 nomes resulta quase neste título.
Direcção Geral (ou talvez Direcção-Geral) era o nome de quando éramos 6 elementos com 2 vocalistas (eu na bateria, o meu irmão nas teclas, o Paulo na guitarra, o Cami no baixo e a Helena e a Cristina nas vozes) (
Correcção a 12 de Maio: não, o nome era Impacto, a Cristina relembrou-me) e agora não me lembro se quando passamos a ser só 4 rapazes (sairam as vocalistas e o meu irmão e entrou o Zé Fernando que cantava e tocava guitarra ritmo)
mantivemos o mesmo nome (
Correcção a 12 de Maio: neste momento é que adoptamos o nome Direcção-Geral). NIB foi quando saiu o Zé Fernando e entrou a Maria Joana, que tocava guitarra electro-acústica e compôs uma série de músicas. Ela depois saiu e fizemos um
casting para uma nova vocalista, cuja escolha, a Marlene, gerou a saída do Cami e entrou o Diogo como novo baixista. Voltamos a ter uns teclistas durante umas fases, o Fernando e o Énio. Eu e o Paulo fomos os únicos membros constantes de banda, o que não me admira porque tornamos-nos amigos muito próximos desde o meu 7° ano, quando fomos colegas de turma (apesar de ele ser 3~4 anos mais velho que eu). Acho que os NIB ainda continuaram um pouco quando eu desisti de vez, e o Paulo e o meu irmão voltaram a juntar-se numa outra banda (um projecto para fazer dinheiro, com músicas de baile, como se costuma dizer).
Mas eu não comecei a escrever este texto para falar da minha história de bandas, apenas aconteceu devido ao nome e calhou bem, porque essa minha história acabou quando eu decidi que era altura de enveredar por novas direcções...