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quinta-feira, março 29, 2018

Fui a um evento HackerX

O que é um evento HackerX? Se calhar a melhor maneira de responder é citar o que o site deles diz (tradução feita por mim, com algumas adaptações):
O HackerX é o maior evento de recrutamento e networking do mundo para developers (somente por convite).
É uma oportunidade única para se encontrar com algumas das empresas mais inovadoras do mundo e startups em expansão.

segunda-feira, fevereiro 26, 2018

O mundo é pequeno ... ou o espelho da globalização


Costuma-se dizer como o mundo é pequeno quando se descobre que alguém conhece outrem em determinada parte do mundo onde mora um terceiro. Ou coisa parecida. Para mim o mundo desde há alguns anos é mesmo pequeno sobretudo porque a globalização, para mim o caminho natural do desenvolvimento humano, nos leva a conhecer no dia-a-dia pessoas de todo o lado.
Mas foi a comentar uma publicação de uma página (de um blog, parece-me) duma mãe internacional que me saiu um belo exemplo da globalização, ou de como o mundo é pequeno.

quarta-feira, maio 10, 2017

Já não tem mais piada


Hoje vi este vídeo do monólogo do Stephen Colbert a cascar no Trump, como tem sido habitual desde há muitos meses, mas sobretudo desde que ele é o Presidente dos EUA.
Já há muito tempo que não via um destes vídeos dos talk-shows nocturnos. Durante as primeiras semanas da presidência do Trump era costume eu ver os vídeos do Colbert, do Trevor Noah (Daily Show), do John Oliver e do Seth Meyers. De vez em quando via um do Conan O'Brien ou outro do Bill Maher. Mas os dos primeiros quatro eu ia mesmo ao canal oficial do YouTube (no caso do Trevor ou do Oliver tinha de usar às vezes outros canais alternativos) portanto era assíduo. Ao princípio achava piada, mas ao fim dalgum tempo já sentia um misto de raiva e piada, e mais tarde já era um misto de terror com as outras coisas.

domingo, março 12, 2017

"Democracy is so overrated"


Eu queria escrever algo mais sobre as eleições daqui da próxima quarta-feira por várias razões (espero que uma delas se torne óbvia em breve) mas os acontecimentos desta noite para além de me manterem acordado precipitaram a escrita desta dissertação.

Mas a melhor forma de começar este texto é começar pelo início e esse é o título e a imagem, na verdade duas, do mesmo. É genial a campanha da Netflix para a série "House of Cards" aproveitando as eleições daqui e uma das citações mais conhecidas da personagem principal, Frank Underwood.

domingo, fevereiro 05, 2017

O mundo pula e avança

Enquanto andamos distraídos, incluindo eu, com as ordens executivas, os tweets e os comentários públicos do Trump e da sua equipa, o resto do Mundo pula e avança ... ou recua.

Na Rússia descriminaliza-se a violência doméstica; na Roménia tenta-se descriminalizar a corrupção (mas parece que os protestos resultaram e o Governo recuou); na Ucrânia os combates no Leste, que nunca realmente acabaram, intensificam-se.

quarta-feira, janeiro 25, 2017

La La Land


La La Land é um filme musical muito bem cotado e apontado como favorito aos Oscars. E a prova disso é que levou o maior número de Globos de Ouro de sempre há 2 semanas e agora arrecadou 14 nomeações para os Oscars.
Mas como devem achar pela imagem eu não venho falar do filme. Apenas aproveitei o título e o poster porque estou cada vez mais convencido que o Trump e a sua administração, incluindo o staff na Casa Branca, vivem também numa La La Land, uma terra mágica e invulgar, com verdades que só existem nesse reino da fantasia.

quinta-feira, novembro 10, 2016

In Trump We Trust


Quando na quarta-feira acordei às 6:30 da manhã, vim ver a CNN e o Trump estava com mais de 230 votos eleitorais apercebi-me que afinal o mais certo era ele ganhar. Apesar de ter demorado quase 2 horas até a Hillary conceder a eleição e o Trump fazer o discurso vitorioso, já estava confirmado muito antes, assim que o Trump ultrapassou os 250 e ficou apenas a precisar de 2 estados e indo à frente em vários.
O que escrevi no Twitter nessa altura foi que havia tanto a dizer que eu nem era capaz de dizer nada. Mas entretanto depois de ler umas coisas na net tornei-me um especialista em política norte-americana e por isso agora posso vir dizer umas coisas.

Antes de mais queria só deixar a nota, que não sei se muita gente se apercebeu, mas o Trump não foi escolhido pela maioria dos norte-americanos. Os votos pelos vistos ainda não estão todos contabilizados (sendo a maior potência mundial parece estranho que demore-se dias a contar os votos todos) mas em termos percentuais, cerca de 52,5% dos que votaram não votaram no Trump.

quinta-feira, julho 28, 2016

O homem fez-se para guerrear


O Manoel de Oliveira era sem dúvida uma pessoa inteligente, para além de um grande cineasta, e tinha toda a razão quando escreveu esta frase para o Soldado Salvador, interpretado por Miguel Guilherme dizer, durante a longa conversa inicial no camião do filme 'Non', ou a Vã Glória de Mandar de 1990.
O Soldado Salvador parece ser o mais fervoroso dos soldados, só não é o mais simples porque existe o Soldado Manuel que tem saudades da sua aldeia e lamenta por não se ter mandado para o estrangeiro para fugir à tropa, como muitos outros.
Mas concluindo, o Soldado Salvador afirma que "o homem fez-se para guerrear; para lutar", ou seja para matar.

segunda-feira, julho 18, 2016

Golpe de Estado ou de Teatro?


Se calhar um dia saberemos ao certo o que realmente se passou entre os dias 15 e 16 de Julho deste ano. Talvez tenha sido uma verdadeira tentativa de golpe de estado, levada a cabo por alguns militares um pouco ao estilo do nosso 25 de Abril (nem toda a gente estava por dentro) mas que correu mal porque o povo saiu às ruas mas para defender o Governo, ou então terá sido um verdadeiro golpe de teatro, uma encenação para na verdade promover (mais uma) limpeza a vários níveis. Uma limpeza de vozes contestatórias a Erdogan, o presidente que parece ser eterno, e que também parece ser um ditador de facto apesar de ainda não ser um em pleno.

A cena na ponte do Bósforo que se irá certamente tornar uma imagem da história parece indicar que é mesmo um golpe de teatro. Militares fortemente armados, incluindo 2 tanques pesados, largam as armas e rendem-se a forças de segurança civil que por mais corajosos que são dificilmente teriam hipóteses contra o dispositivo ali instalado em caso de conflito.
Por um lado é bom e positivo que os militares ao verem que os civis não estão do seu lado desistem e rendem-se pacificamente de forma a evitar mais baixas. Também o poderão ter feito ao perder contacto com o Posto de Comando dos golpistas e sem ordens para agir entregaram-se ao poder civil. Existe ainda uma outra hipótese, os soldados ao saberem o que se estava a passar e que se calhar tinham sido enganados, rendem-se às outras forças.
Mas vários destes cenários não invalidam o golpe de teatro.

quarta-feira, julho 06, 2016

Primeiras de Julho

Já alguma vez viram a imagem aqui à esquerda partilhada na net? Ou uma imagem com mensagem similar?
É mesmo verdade! Eu até agora, só com um filho, não tinha sentido ainda o mesmo espírito mas agora que tenho 2 e depois de 2 semanas de férias para ficar em casa e ajudar a tomar conta dos 2, estou exactamente assim.
Segunda-feira passada voltei ao trabalho, apesar de ter trabalhado em casa e ao enviar o mail a dizer que na terça (ontem) voltaria ao escritório acrescentei que vinha para descansar e é mesmo verdade. Como está agora muita gente de férias e as cosias estão bem calmas, quer a nível de ambiente no escritório quer a nível de trabalho (os clientes) as horas aqui passadas afastado do ambiente familiar são um descanso...

Mas avancemos que o desabafo de cima era apenas uma das coisas que queria dizer (escrever). Daí o título, primeiras de Julho, que é logo falso porque já partilhei aqui o meu comentário sobre o Cristiano Ronaldo precisamente no dia 1 de Julho. Portanto este post (ou artigo, ou texto ou whatever) não é o primeiro de Julho.

sexta-feira, junho 24, 2016

Quo vadis, Reino Unido?


Não posso me queixar do resultado do referendo de ontem. Há 8 semanas atrás eu disse que era a favor e o Brexit agora é uma realidade.
A pergunta agora que se impõe é o que vai mesmo acontecer?

Para já admito que estava enganado e andei vários dias a dizer aos meus colegas uma mentira: a saída de um estado membro da UE estava mesmo previsto no Artigo 50 da Cimeira de Lisboa. Esse artigo estipula o procedimento talvez apenas por alto mas eu andava a dizer que nunca ninguém tinha concebido este cenário. É precisamente o artigo que diz que o Governo de um dos estados membros tem de informar a UE (Comissão Europeia presumo) que pretende sair e a partir daí começa o prazo de 2 anos para a saída. No entanto esse prazo pode ser alargado e a saída pode ser cancelada com a aprovação de todos os restantes estados membros.
Por isso durante alguns anos o Reino Unido continua a ser membro da UE e o relógio só começa a contar quando o Governo britânico invocar o Artigo 50 e informar a UE.
E uma coisa vos digo, ainda vai demorar a acontecer isso.

sábado, junho 04, 2016

Aldrabões e indecorsos há em todo o lado


Se há uma coisa que o escândalo das emissões dos veículos automóveis nos mostrou é que que afinal aqueles povos que dizemos que são os mais sérios e fazem tudo sempre bem e correctamente são afinal os que oficialmente mais aldrabaram.
Tivemos os alemães da VW mas este ano os japoneses da Mitsubishi e depois da Suzuki admitiram também falhas e (possível) fraude.
É natural que daqui a uns tempos se descubra que toda a gente fazia a mesma coisa, uns mais que outros, mas até agora e já depois de mais investigações levadas a cabo em vários países, ainda não houve mais nenhuma acusação de fraude e até houve um construtor (a Renault) ilibado de possível fraude, para já pelo menos, depois de suspeitas que vieram a público devido a essas mesmas investigações.

Nós sendo Portugueses sempre fomos habituados a ouvir dizer que a malta mais do Sul da Europa é toda uma cambada de aldrabões, preguiçosos e sem brio. Os gajos mais do Norte é que são muito sérios e fazem sempre tudo muito bem feito.

sexta-feira, novembro 27, 2015

Foi uma coisa estúpida de se fazer


Há guerras que começaram por razões muito parvas. Ou pelo menos razões parvas foram apontadas como motivos de guerras.
Por exemplo a guerra das Ilhas Chincha de 1864-1866 entre Espanha, Peru e Chile foi por causa do guano, que é nada mais nada menos que merda de pássaro.
O guano é também apontado como uma das causas da guerra do Pacífico entre Chile, Peru e a Bolívia uns anos mais tarde.
Por isso derrubar um avião de combate de outro país em circunstâncias muito dúbias e sem grande motivo para isso seria noutros tempos razão para começar uma guerra.

terça-feira, setembro 15, 2015

Ele vai num pé e voltará noutro


Eu não conheço pessoalmente o Manuel Montes (só a irmã), mas a Carolina conhece-o. O que vou agora escrever sobre ele é um misto de como ele se descreveu no site e um bocado da minha opinião sobre a aventura, daquilo que acompanhei até agora.

O Manuel Montes é um alentejano maluco, em parte talvez por ser irmão mais novo da Rute,  mas não é maluco por ser ter alistado nos Comandos, e apesar da grande aventura também não é maluco por estar a dar uma volta à Europa de bicicleta.

domingo, julho 05, 2015

O desvio no caminho para o Lidl

Já há vários meses que a estrada do caminho para o Lidl onde costumo ir está em obras. Por essa razão é preciso ir por um desvio. No início ia pelo desvio oficial, ou seja o que está sinalizado, mas esse obriga a uma volta maior, então à boa maneira portuguesa lá arranjei um atalho, por ruas mais estreitas e indicadas para quem mora lá.
O caminho faz-me passar por uma rua, esta que vêm na imagem retirada do Street View, e sempre que passo neste cruzamento e vejo esta placa (a que está à esquerda) leio sempre "Top Inceststraat", ou seja algo como "Rua do Incesto de Topo".
Obviamente a rua não se chama assim e agora sei o nome de cor, mas como das primeiras vezes, se calhar mesmo só a primeira vez, pareceu-me "Top Incest..." agora é sempre isso que vejo inicialmente.

quinta-feira, julho 02, 2015

E se a democracia escolher a "anti-democracia"?

Uma das discussões em volta do Dossier Grego é a aparente guerra entre a democracia e o poder das elites, sobretudo as económica-financeiras.
Como muita gente tem posto, sobretudo pessoas ditas mais de esquerda, mas nem só, isto é mais que um arrufo entre diferentes governos com diferentes ideias, mas uma verdadeira luta pela democracia na Europa, onde pelos vistos ela já não existe.

Em 19 países, apenas 1 a Grécia parece ter democracia. Os restantes 18 não.
Isto a mim causa-me grande celeuma por diversas razões. Primeiro porque parece-me estranho que em 18 países, onde tem havido eleições desde há anos, muitos nalguns casos, sem qualquer indício de manipulação, se considere que nenhum governo foi escolhido pelo povo. E segundo porque se isso realmente é verdade então estamos fodidos porque a larga maioria vive sem real democracia, eu incluído.

terça-feira, junho 30, 2015

É para rachar mesmo

A 30 de Março e depois novamente a 20 de Julho de 2013, escrevi aqui que a situação económico-financeira de Portugal devia rebentar duma vez por todas, para não se andasse a dar cabo do país às mijinhas.
Chegamos agora a uma outra altura equivalente e vou deixar o mesmo desejo, agora que estamos a menos de 24 horas para se decidir se "ou vai ou racha". Para mim já não vale a pena tentar ir novamente, é para rachar mesmo.

Estou a ficar farto de toda este dossier Grego, e da ameaça que paira sobre a UE devido ao Grexit e à aparente guerra entre o Bem e o Mal em que foi transformada toda esta situação.

quarta-feira, junho 24, 2015

E de novo o Médio Oriente

Nas minhas divagações escritas sobre os exemplos dos males dos líderes e (ir)responsáveis da sociedade actual, falei de Israel e do Hamas. Como me foquei na questão do relatório sobre o conflito mais recente, nem mencionei outra notícia que tinha visto de manhã, sobre uma nova flotilha de barcos privados que planeiam entrar em Gaza com mantimentos e medicamentos e outras coisas assim, furando o bloqueio em vigor (já já longa data) de Israel.
Sem ir confirmar na net, creio ser já a quarta tentativa, e lembro-me de outras anteriores que falharam, uma das quais onde as forças de segurança de Isreal intervieram mesmo, ao tomar alguns dos barcos de assalto tendo havido mesmo troca de tiros E isto feito em águas internacionais e mais uma violação do direito internacional, mas algo que países poderosos ou com as costas quentes fazem com alguma frequência sem que nada aconteça para além de um protesto qualquer público na ONU.

terça-feira, junho 23, 2015

Isto assim não se resolve

O Isto refere-se de forma geral a muitos dos problemas que afectam a nossa sociedade e o nosso mundo actualmente, e o assim refere-se aos líderes e responsáveis da nossa sociedade, sejam os políticos sejam os religiosos sejam os económicos; e se calhar nem é só aos líderes mas sim às pessoas, todos nós, a sociedade; e se calhar é mais do que a sociedade é toda a civilização actual.

Este meu pessimismo é consequência de várias notícias que tenho seguido nos últimos dias, mas uso apenas 3 exemplos que para mim mostram porque é que nada se resolve.

terça-feira, março 17, 2015

1 ano depois a verdade começa a vir à tona

Parece incrível mas já passou 1 ano desde que na Crimeia houve o referendo que ditou a sua anexação à Rússia. É curioso ver como eram apresentadas as opções: ou ir para a Rússia com um fundo azul como um céu limpo e glorioso, ou ficar na Ucrânia nazi e sofrer um futuro negro e manchado de sangue. Posta a escolha desta maneira até eu, forte crítico de todo o processo escolhia a Rússia porque há poucas coisas piores que o Nazismo!

Mas adiante, a Crimeia passou para a Rússia, entretanto apareceram movimentos similares no Leste da Ucrânia mas aqui Kiev interveio, bem ou mal e a coisa passou a ser uma guerra civil.
Do meu lado, seguindo a bitola oficial das chamadas potências democráticas, sempre considerei que havia mão do Putin em tudo isto.
O curioso para mim não era a negação disso de Moscovo e dos media por eles controlados, mas sim de ver bastante gente do lado de cá estar convencida dessa versão e imputar as culpas todas na UE, EUA e até mesmo Israel. E, tal como foi oficialmente anunciado pelo Kremlin, qualquer intervenção russa que aconteceu depois foi legitimada pelos actos e manipulações prévias dos países ocidentais.