sexta-feira, agosto 25, 2006

Padeiras de Aljubarrota

Estava eu, ja' ha' mais de um mes, sentado na praia, observando os(as) outros(as) veraneantes como eu, quando me dou conta duma realidade historica. Uma grande percentagem das mulheres portuguesas são descendentes directas da Padeira de Aljubarrota.
Não na parte guerreira e da iniciativa que tornou famosa esta heroina nacional, mas sim na arte do pão.
Sim, as nossas mulheres são padeiras. Muitas talvez não farão pão propriamente, mas sem duvida que estão no negocio, no negocio das padarias.

E' facil de comprovar isto. Podemos facilmente observar as padarias das mulheres portuguesas que abundam, então nas praias portuguesas são facilmente distinguiveis. Consegue-se ver que as descendentes da Padeira tendem a abrir a a sua padaria desde tenra idade, e tal como o seu antepessado, são bem sucedidas porque conforme os anos vão passando, nota-se a franca expansão da padaria. Algumas chegam a serem tão grandes que davam para 3 ou 4, mas curiosamente as mulheres preferem ter so' uma grande ao invés de varias mais pequenas espalhadas por outros mercados. Mais uma prova da descendencia da Padeira. Tal como ela são caseiras e gostam de ter a padaria, mesmo que grande, por casa.

Viva o pão, as padarias e as padeiras!

1 comentário:

  1. Concordo, acho que as grandes padarias abundam por aí... e é pena porque nem só de pão vive o homem...
    Em todo o caso eu gosto do comércio tradicional, aquela loja perto de mim que tem o tamanho correcto (não muito grande nem muito pequeno) e tem tudo o que eu necessito. Tudo fresco e durinho... crocante é a palavra. Aquela loja onde o produto se mantém durante algum tempo com bom aspecto e não ganha com bolor ou fio (já que estamos a falar de pão) com facilidade.
    Mas reafirmo que as padarias do nosso país são as melhores das redondezas...

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