segunda-feira, fevereiro 26, 2018

O mundo é pequeno ... ou o espelho da globalização


Costuma-se dizer como o mundo é pequeno quando se descobre que alguém conhece outrem em determinada parte do mundo onde mora um terceiro. Ou coisa parecida. Para mim o mundo desde há alguns anos é mesmo pequeno sobretudo porque a globalização, para mim o caminho natural do desenvolvimento humano, nos leva a conhecer no dia-a-dia pessoas de todo o lado.
Mas foi a comentar uma publicação de uma página (de um blog, parece-me) duma mãe internacional que me saiu um belo exemplo da globalização, ou de como o mundo é pequeno.

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Desabafo a meio da semana

Hoje não é o dia certo para estar a fazer este desabafo, já ultrapassamos o meio da semana e nos últimos 2 dias até tive descanso do responsável por este desabafo. Mas a oportunidade surge, e já me lembrei de vir fazer queixinhas antes, por isso cá vai.
Como existe um certo risco que o sujeito alvo desta reclamação possa cá vir ler, porque ele segue o meu Facebook, este desabafo vai ficar, tal como anterior, só por aqui, por isso sei que terá pouco mais de uma dezena de visitas e algumas delas serão repetidas.

terça-feira, fevereiro 20, 2018

Não sei como ainda não aconteceu


A dona e/ou gerente da creche e ATL onde estão os miúdos tem um cu monstruosamente largo. É tão largo mas tão largo que deveria ter o seu próprio código postal. Na verdade não é bem o cu, são as ancas, que são larguíssimas para o tamanho da mulher. Ela da cintura para cima nem parece particularmente gorda, aliás para mim é normal, mas depois chega às ancas e ao cu e aquilo alarga duma maneira que parecem ser 4 cus. Podem pensar que estou a exagerar mas na quinta-feira passada a Carolina foi comigo deixar a Amélia, e a mulher estava abaixada a limpar qualquer coisa no chão e só se via cu à frente. A Carolina até olhou umas 3 vezes para ter a certeza que estava mesmo a ver bem, ou seja só via cu.
Eu disse à Carolina que qualquer dia ela vai receber uma chamada ou mensagem que houve confusão porque eu mandei uma palmada, ou um tapinha, naquele rabo. Eu nem sei como é que ainda não aconteceu, pois é muito difícil segurar a mão para esse gesto involuntário sobretudo porque aquele cu tem tanta massa que tem o seu próprio campo gravitacional.

sábado, fevereiro 17, 2018

4 meses de escola


Foi a 16 de Outubro de 2017 que o Sebastião ingressou na escola básica e toda uma nova rotina se desenvolveu desde essa data. Eu estava a escrever esta crónica ontem, também dia 16 mas deu-me muito sono e já estava a saltar etapas durante a escrita, por isso parei e voltei hoje aqui para (tentar) acabar o texto e publicar. Vamos a ver se consigo.

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Decisões do momento


Ontem à noite, depois das crianças estarem a dormir estávamos a conversar os três, eu, a Carolina e a minha mãe, sobre horários de trabalho e ter de tomar conta dos filhos e a conversa rumou para quando a minha mãe estava em França e começou a trabalhar. Fiquei a saber que afinal o que motivou mesmo os meus pais terem mandado o meu irmão e eu para Portugal para ficarmos com os meus avós paternos foi o não terem ninguém para tomar conta de nós, quando ela começou a trabalhar. Não foi essa a única razão mas terá sido pela menos essa a responsável pelo momento em que fomos para Portugal.

domingo, fevereiro 04, 2018

Desabafo de Domingo de manhã


São 9:30 da manhã e eu acabei de tomar banho. Estava ainda a acabar de fazer a barba quando ouvi o barulho do ferro de engomar (caldeira a vapor). Passado pouco tempo oiço o aspirador. A Carolina aspira a cozinha e a minha mãe está a passar roupa a ferro...
Eu muitas vezes navegando pelas redes sociais vejo que muita malta ao domingo de manhã, até mesmo durante os fins-de-semana faz muitas coisas: vão correr, vão passear, desfrutam de um pequeno-almoço especial, estão em pijama a fazer ronha, muitos estão mesmo a dormir até pelo menos as 10:00. Aqui por casa raramente é assim. Aspira-se, limpa-se, arruma-se a casa, faz-se compras, leva-se lixo, esse tipo de coisas...

terça-feira, janeiro 30, 2018

Vai haver um dia...


Eu não sou um gajo violento, estive no máximo umas 3 vezes envolvido em situações de porrada e sempre como elemento apaziguador, mas tenho ataques de fúria, ou explosões de raiva, regulares, em que tenho de dizer asneiras, mandar um berro bem alto e um murro ou cabeçada na parede para libertar a pressão.

sábado, janeiro 27, 2018

À conversa com a EVA


O filme WALL-E da Pixar tem uma EVA (EVE na versão original) que é um robô inteligente. No meu trabalho também temos uma EVA que não é um robo mas é uma Inteligência Artificial (AI) que existe no Skype For Business. Não parece é ser tão inteligente quanto a EVA do filme.
Aqui vos deixo a minha conversa, traduzia do inglês e sem dar detalhes de termos da empresa, que tive ontem com a EVA:

quinta-feira, janeiro 18, 2018

Desde o ano passado...


Desde o ano passado que já aconteceram várias coisas. Uma delas foi a passagem de ano, senão não podia falar do ano passado mesmo que só tenham passado 42 dias desde que vim falar sobre o Benfica nas competições europeias, que foi o tema do meu último texto aqui. Uma das coisas que aconteceu foi o Benfica ficar afastado de outras 2 competições, as 2 Taças que se disputam em Portugal. Mas há mais vida para além do Benfica...

quinta-feira, dezembro 07, 2017

O último será o primeiro


Ora bem, acabou a fase de grupos da Liga dos Campeões, que designarei por Champions a partir de agora e confirmou-se aquilo por que eu esperava, e admito ambicionava, desde a penúltima jornada: o Benfica, que designarei por ZeroLB a partir de agora, acabou com 0 (zero, nulo, nada) pontos e foi a única equipa que só teve derrotas.
Portanto está na hora de abrir o livro e soltar as piadas, porque mais vale rir que chorar.

terça-feira, dezembro 05, 2017

Gefeliciteerd, je ouwe lul!


Foi com esta frase que o meu antigo manager me cumprimentou ontem, segunda-feira, quando chegou ao escritório. A frase traduz-se por "Parabéns, seu pila velha!". Parece que é o equivalente holandês à expressão inglesa "you old fart" ("seu peido velho"). Ainda não sei qual expressão é a melhor...

sexta-feira, novembro 24, 2017

Esta minha panca de querer escrever muito


O facto de eu ter chamado este blog As Dissertações... e querer na maior parte das vezes escrever precisamente isso, dissertações sobre temas, torna-lo vicissitudinário.
E só o facto de ter usado este adjectivo é um exemplo do que quero dizer. Uma dissertação é normalmente um texto ou discurso extenso que na maioria das vezes é resultado de uma investigação. Até para eu ter usado aquele adjectivo que julgo ser raro de encontrar, tive de pesquisar.
Como já escrevi várias vezes, esta minha panca de querer escrever artigos longos e completos, abrangentes ou simplesmente diferentes, traz-me o problema de precisar de tempo.

sábado, junho 24, 2017

Perder os três


Ontem aproveitei o facto de uma vizinha, que comemorou os 30 anos na semana passada com uma festa, ainda ter o balão do 3 visível na varanda para fazer uma piada usando esta expressão que era até bastante comum quando eu era mais novo. Os "três" é um sinónimo da virgindade da mulher. Por isso antes era comum, lá para os meus lados pelo menos, a malta usar expressões como "perdeu os três", "ainda tem os três", "tirou-lhe os três" tudo relacionado com o ter ou já não ter a virgindade. Admito que agora não me lembro se chegávamos a usar também para os rapazes ou era mesmo só para as raparigas.

sexta-feira, junho 23, 2017

Troquei os aviões por pernas

Eu sabia que ia ter saudades da vista do 9° andar do edifico da IBM pois tinha uma boa vista panorâmica e do meu lugar via quase todos os dias os aviões a aterrar ou deslocar do aeroporto de Schiphol. Até tínhamos uns binóculos que eu usava regularmente, às vezes para ver os acidentes que aconteciam de vez em quando na A4 e A10 (Ring). Só que agora estou num 1° andar, com vista para um edifício alto e nem a A4 consigo ver porque existe uma linha de árvores a fazer de barreira.

O inferno voltou a descer à terra ... e voltará a descer no futuro


O ano passado foi em Agosto, o mês mais tradicional dos vários incêndios que eu escrevi sobre muita gente pensar no fim do mundo tal a violência e ferocidade dos incêndios que lavravam em vários pontos do país nessa altura. Mas apesar de praticamente todos os anos a mesma tragédia se repetir, ora nuns locais do país, ora noutros, pouca gente estava preparada para as consequências (mais de 60 mortos, mais de 250 feridos alguns dos quais ainda poderão falecer e mesmo agora ainda não se sabe oficialmente quantos desaparecidos, e se for o caso destes não estarem entre os mortos já conhecidos nem entre os feridos então o mais certo é a contagem das vítimas mortais aumentar) do incêndio de Pedrógão Grande.

terça-feira, maio 23, 2017

"Preciso de pelo menos 15 minutos"

Eu às vezes gosto de voltar atrás e ler o que escrevi há anos. Como tenho o blog desde 2006 já consigo andar para trás uma década. E descobri que há precisamente 10 anos partilhei este episódio caricato que se passou num bar de hotel.
E 10 anos depois, noutro bar de hotel assisti a outro episódio caricato que agora vou partilhar convosco.

Depois de jantar fomos tomar café no Fashion Bar, que presumo que pretenda ser um bar fashion mas é apenas um bar de hotel que não se vislumbra directamente da recepção (uma das disposições mais típicas em hotéis). A Carolina teve de ensinar à rapariga o que era um carioca de café pois ela não sabia, mas não foi esse o episódio caricato. O caricato passou-se com um casal, que eu suponho ser alemão como 80% dos restantes hóspedes no hotel, que se sentou nos bancos com mesinha na minha linha de visão.

Eles sentaram-se e a rapariga imediatamente veio lhes perguntar o que eles queriam. O homem disse num inglês com sotaque que precisavam de tempo para decidir. É normal, pois existe uma lista de bebidas e nem toda a gente já sabe previamente o que quer tomar.
O curioso foi que a rapariga voltou um tempo depois e o homem disse num tom mais firme, sugerindo algum descontentamento: "Ainda não! Preciso de pelo menos 15 minutos para escolher!"
Claro está que pouco depois da rapariga se ir embora, eles pousaram a lista e começaram a olhar em redor, como que à procura da moça para fazer o pedido...

quinta-feira, maio 18, 2017

Nos aqui, nos ali...


Já vamos a 18 de Maio. Queria ter escrito isto no dia 15, que é mesmo o dia do meio do mês e veio logo a seguir ao fim-de-semana milagroso mas não deu por diversas razões. Mas por outro lado se tivesse escrito este texto na segunda-feira não iria escrever sobre o que se passou nos dois últimos dias e por isso não teria este primeiro capítulo que é...

quarta-feira, maio 10, 2017

Já não tem mais piada


Hoje vi este vídeo do monólogo do Stephen Colbert a cascar no Trump, como tem sido habitual desde há muitos meses, mas sobretudo desde que ele é o Presidente dos EUA.
Já há muito tempo que não via um destes vídeos dos talk-shows nocturnos. Durante as primeiras semanas da presidência do Trump era costume eu ver os vídeos do Colbert, do Trevor Noah (Daily Show), do John Oliver e do Seth Meyers. De vez em quando via um do Conan O'Brien ou outro do Bill Maher. Mas os dos primeiros quatro eu ia mesmo ao canal oficial do YouTube (no caso do Trevor ou do Oliver tinha de usar às vezes outros canais alternativos) portanto era assíduo. Ao princípio achava piada, mas ao fim dalgum tempo já sentia um misto de raiva e piada, e mais tarde já era um misto de terror com as outras coisas.

domingo, maio 07, 2017

A escorregadela

Há umas semanas atrás, não sei precisar ao certo quando mas foi numa quinta-feira, estava a sentir-me engripado e para não ir espalhar bactérias e vírus no escritório fiquei a trabalhar de casa, mais propriamente na cama. A Carolina queria ir às compras mas era dia de vir a empregada da limpeza, mas estando eu em casa podia abrir a porta e assim a Carolina lá saiu de casa pouco depois do almoço.

sexta-feira, maio 05, 2017

Macron VS BaKano

Existem muitos pontos em comum entre mim, o Bruno BaKano, e o Emmanuel Macron.
Ambos nascemos em 1977 em França, eu em Villeneuve-Saint-Georges, ele em Amiens. Somos os 2 Sagitários, nascidos ambos em Dezembro mas eu sou mais velho que ele 20 dias.
Tanto eu como ele não nos consideramos nem de direita nem de esquerda, politicamente falando. Alguns observadores consideram o Macron social-liberal e um observador (eu próprio) considera que eu também sou um social-liberal. Eu considero-me um ardente pró-Europeu e o New York Times considera o Macron também um ardente pró-Europeu. Ambos somos a favor do mercado livre, um dos princípios do capitalismo.
Ele afinfou numa professora do Liceu, aliás casaram-se mesmo mais tarde. Eu também afinfei numa professora do Liceu, mais que uma até, mas só em pensamento.
A principal diferença é que aos 39 anos Macron vai para o Palácio do Eliseu (sim, eu não estou nada à espera de surpresas) e eu vou para um edifício do outro lado da rua da IBM daqui a 1 mês.
E depois tem todo o percurso anterior até ao dia de hoje...