sexta-feira, novembro 27, 2015

Foi uma coisa estúpida de se fazer


Há guerras que começaram por razões muito parvas. Ou pelo menos razões parvas foram apontadas como motivos de guerras.
Por exemplo a guerra das Ilhas Chincha de 1864-1866 entre Espanha, Peru e Chile foi por causa do guano, que é nada mais nada menos que merda de pássaro.
O guano é também apontado como uma das causas da guerra do Pacífico entre Chile, Peru e a Bolívia uns anos mais tarde.
Por isso derrubar um avião de combate de outro país em circunstâncias muito dúbias e sem grande motivo para isso seria noutros tempos razão para começar uma guerra.

quarta-feira, novembro 11, 2015

Governo Morto, Governo Posto

Obviamente tinha de vir comentar o que aconteceu ontem, não fosse eu um comentador de trazer por casa.
O que aconteceu ontem era uma das situações esperadas e aliás anunciadas por todos os partidos da esquerda. Ainda havia uma remota hipótese de umas surpresas, como alguns desalinhados dentro da bancada do PS mas não, toda a gente seguiu o guião.

Nem me está a apetecer escrever muito sobre isto, não porque estou revoltado ou triste. Nada disso, eu até quero que tenhamos um Governo de esquerda pois quero saber se realmente podem fazer algo de diferente e se funciona. Eu acho que não (pode ser feito algo de diferente mas não por eles) mas assim podemos tirar isso a limpo.

domingo, novembro 08, 2015

A praia deserta + o Mister Universo e a Loira Topless


Para quem estava ou é distraído, é péssimo a perceber pistas ou não me segue no Facebook, Twitter nem Instagram, talvez não tenha notado que fui dar um passeio a Cuba. Foi mais fazer férias, eu e a esposa. O rebento ficou em casa dos avós (meus pais) logo foi uma novidade nos últimos 2 anos, umas férias novamente só a 2.
A estadia começou em Havana, mas não vou falar disso agora. Já deixei uns apontamentos e queria ter deixado mais mas em Cuba o acesso à net é caro (pedem €5 por hora nos hotéis) e depois funciona mal. Tal como muitas outras coisas como nos disse o guia que nos levou do aeroporto ao hotel no Vedado (uma das zonas da cidade). Mais tarde talvez escreva mais uns textos, se a disponibilidade e vontade assim o permitirem.

Mas eu queria mesmo era escrever algo mais engraçado e por isso tenho de saltar para Varadero, onde passamos 5 dias (sendo 2 o da chegada e da partida, logo equivaleu a 4 dias completos), no regime de All Inclusive.

quarta-feira, outubro 28, 2015

Hasta luego, comandante!


Nosotros estamos listos para empezar la revolución, la revolución de las vacaciones.
Hasta la próxima semana, compañeros.

Quem não perceber espanhol, que traduza no Google.

domingo, outubro 25, 2015

Estou admirado com tanta admiração


Aqui por Aveiro parece que ainda não está tudo preparado para o Horário de Inverno. E falo tanto da mudança da hora como das próprias mudanças nas horas de sol, ou falta delas neste caso.
É que aqui no bairro as luzes apagaram-se antes das 6:00, ficaram acesas as das ruas mais abaixo mas também já estão apagadas.
Percebo que a mudança da hora não seja automática nos aparelhos que controlam a iluminação pública, mas na mesma apagar as luzes antes das 7:00 nesta altura é abusar um bocadito.

Mas não é por isso que estou admirado. Estou admirado com muitas reacções que vi ao anúncio do Cavaco, que fez enquanto eu viajava para Portugal. Pois é, estou na Pátria mas é por pouco tempo. Mesmo assim como estou aqui agora tenho mais autoridade para falar destes assuntos. Não tenho, mas vamos fingir que sim, pois isso nunca foi impedimento para eu falar do que me apetecer.

segunda-feira, outubro 19, 2015

Uma semana de trabalho num país rico

A conversa é antiga e toda a gente está habituada à lenga-lenga, eu também já escrevi aqui sobre isso algumas vezes: nos países mais ricos trabalha-se mais, ou tem-se mais produtividade.
Pois mas já muita gente falou na primeira pessoa, como vi em tempos numa entrevista a 5 ou 6 gajos da área das TIs que trabalham para empresas estrangeiras, que curiosamente costuma-se trabalhar menos aqui fora, ou pelo menos não anda tudo em stress e com necessidade de fazer horas extra.
Essa é a vantagem dos países ricos, um gajo ganha mais e trabalha menos. Os pobres estão sempre na merda, mesmo quando trabalham de sol a sol...

Só para vos mostrar um pouco do que se faz durante uma semana de trabalho numa empresa multinacional num dos países mais desenvolvidos do mundo, usando umas fotos de actividades onde estive envolvido (e foram documentadas para a posteridade).

segunda-feira, outubro 12, 2015

Ainda em modo Verão


Há 5 anos atrás eu tornei-me num dos que mamam na teta do Estado, ao ter-me sido atribuído o subsídio de desemprego mas tal como previa não durou muito tempo. Também usei a mesma expressão quando noticiei esse evento...
Há 4 anos, já aqui na Holanda queixei-me aqui no blog que tinha chegado a altura do ano em que já se notava o frio e a escuridão começava a impor-se.
No ano passado estava em Cabo Verde a aproveitar o bom tempo.

É curioso como eu tinha a ideia de pegar numa pergunta de um colega meu e desenvolver a coisa no texto de hoje, e tenho em 2 últimas memórias em particular que coincidem com a temática em questão. A primeira memória foi só um bónus.

sábado, outubro 10, 2015

A noite em que eu passei por um fantasma

Esta semana no trabalho tivemos aquilo que chamam de Customer Service Week (Semana do Serviço Cliente) que basicamente é uma semana onde celebramos a nossa equipa. Existem alguns eventos, a malta leva comes e bebes e pronto.
Nos 2 últimos anos estive sempre fora nesta altura, mas esta semana participei em 3 competições por equipas: Um quiz show, um jogo da corda (puxar) e uma espécie de corrida de obstáculos que se fazia a 2 com os tornozelos presos e incluíam exercícios de aeróbica pelo meio.

No quiz show ficamos em 1° empatados com uma equipa de Dublin (e nunca deveria ter errado numa pergunta sobre cinema), ganhamos o jogo da corda e eu e o meu parceiro (o gajo mais pequeno que temos no departamento) fizemos o tempo mais rápido no percurso com 18 segundos de vantagem para os segundos.
Quando estava em Portugal nunca ganhava nada destas coisas e ficava na melhor das hipóteses no pódio mas aqui a malta não joga no mesmo campeonato.

O que é que isto desta semana tem a ver com um fantasma? Nada, mas apeteceu-me relatar isto.

quinta-feira, outubro 08, 2015

O povo (algum) decidiu, e agora?

Já se passaram mais de 3 dias desde as eleições e curiosamente eu ainda não sei bem quem é que vai formar Governo. Pela comunicação do Cavaco ele pediu ao Passos Coelho, mas pediu um entendimento e isso pode não estar garantido. Pelo menos temos uma coisa boa, ou uma coisa que eu gostaria, que é a necessidade de um entendimento a 3 partidos para pelo menos aprovar o Orçamento 2016. Daí para a frente já não sei o que vai dar...

As eleições surpreenderam-me pois esperava menor diferença entre a coligação e o PS. Também não contava com tantos votos no BE e CDU, ou melhor tantos mandatos para esses 2 partidos e contava com mais partidos pequenos a elegerem 1 ou 2. Ainda faltam apurar 4 mandatos, mas esta imagem retirada do JN é inteligente na medida que faz a tradicional divisão dos votos dos emigrantes (onde eu me incluo) de 3 para a direita e 1 para o PS).
Mas posso vos dizer que não votei em nenhum dos partidos com representação. Não estou triste com o meu voto e não estou triste por aparentemente não contar para nada.

sexta-feira, outubro 02, 2015

O desabafo da basófia

Um dos meus sketchs favoritos dos Gato Fedorento é o d'O Maior da Minha Aldeia, precisamente porque eu me considero, e a Carolina diz-me o mesmo várias vezes, o maior da minha aldeia.
Mas também porque vários anos antes deste sketch aparecer, um senhor na praia da Torreira ter-me dito, bastante irritado, "Tu és o maiorzinho e és o piorzinho!", tendo o resto dos SenhoBoyz, o meu gang, começado a chamar-me também de Maior, como em "Como é oh Maior, tudo bem, oh Maior?" para além de BaKano. Quer dizer, eu acho que foi depois disso mas posso estar equivocado...

E de vez em quando eu tenho aqueles momentos em que me sinto mesmo o maior e até dá vontade de me levantar e erguer os braços e o colarinho da camisa (ou do pólo) para receber os aplausos.
Há momentos tive um desses momentos, quando um dos casos que deu a volta o mundo várias vezes com um problema de instalação de um cliente sempre avançou apenas com as minhas indicações e só resolvido ontem com mais uma minha.
E como de costume (lá vem a parte do desabafo) de quarta para quinta houve e-mails das chefias da Ásia-Pacífico a debater a coisa, agradecimentos a um engenheiro chinês que se limitava a repetir o que eu já tinha dito, um pequeno agradecimento no final a mim, mas depois de eu ter dado a solução final, népias.
Eu não estou aqui para coleccionar pancadinhas nas costas, mas de vez em quando sabia bem ver reconhecido o valor e receber os louros.
Ainda para mais logo depois duma breve reunião de equipa onde o chefe fala de 2 grupos onde eu estou envolvido e menciona os outros colegas menos eu! Enfim, já estou habituado...

Many times the saviour, never the hero!

A longa viagem dos envelopes


Há vários anos, certamente antes de 2001 pois ainda trabalhava na "chafarica" o meu colega Pedro comprou um filtro ou lente, ou peça vá, para um telescópio na América do Norte (Canadá ou EUA agora não me recordo). Na altura a FedEx já fazia online tracking com o código da remessa e assim ficamos a saber que desde a encomenda ter sido levantada no vendedor até chegar a Lisboa (passando por Memphis, Paris e Madrid) tinham passado menos de 24 horas.
Depois demorou 1 semana a chegar de Lisboa ao Aveiro.
Na altura pusemos as culpas na empresa nacional que fazia os trabalhos da FedEx, a Rangel, mas na verdade o site ainda não detalhava quando os produtos ficavam na Alfandega, e apesar de já ter entrado e passado por 2 aeroportos em território Europeu, terá sido apenas em Lisboa que a Alfandega terá retido a encomenda.
Mesmo assim era apenas mais uma prova de que os últimos 10% duma viagem, ou o quase, é tantas vezes o mais difícil e o que demora mais tempo.

segunda-feira, setembro 28, 2015

Special Edition 500

Em 2000, quando passei 6 meses num destacamento no UK, numa noite de Sábado queria sair e ir até um nightclub observar o gado local e quem sabe comer carne no espeto. O meu colega e amigo Filipe não queria ir então fui sozinho.
Lá cheguei e observei as inglesas todas malucas, algumas novas outras mais velhas a roçarem-se em gajos vários. Lá no meio reparei numa que não era bonita mas tinha umas mamas do outro mundo. Outra vantagem era que não aparentava ter gajo à perna mas aparentava estar algo tocada.
Decidi ser audacioso e entrei com tudo, a dizer que estava fascinado pelo peito dela. Ela ignorou-me então disse que lhe oferecia £100 para lhe morder os mamilos. Ela não disse nada então eu insisti e ofereci £500 ao que ela retorquiu que valia muito mais. Ofereci então £1000 e notei que ela estava a considerar. Fiz a última oferta, £2000 para lhe morder os mamilos. Ela perguntou "para morder?" e eu confirmei: "2000 se me deixares morder os mamilos". Ela pegou na minha mão e levou-me pelo meio das pessoas até ao WC feminino, onde outros casais se dedicavam a satisfazer outras necessidades que não as convencionais fisiológicas.
Entramos numa cabine, ela desapertou a blusa, baixou o soutien e disse "Vai em frente". E eu fui, com tudo. Apalpei, beijei, lambi, enfim, estava a aproveitar-me e bem daquele mar onde um gajo se podia afogar se não tivesse cuidado. Passado algum tempo ela pergunta, já um pouco ofegante: "Então, não vais morder". Ao que respondi: "Não, é muito caro!".

quinta-feira, setembro 24, 2015

Afinal havia outra

Já tinha comentado várias vezes com a Carolina. Uma das educadoras do Sebastião, de seu nome Gulistan (nome de origem turca ou curda, dependendo da forma correcta de escrevê-lo; assim sem acentos é curdo) parecia mudar de penteando muitas vezes, e para além disso certos dias parecia estar diferente, em termos de aspecto físico.
Não sei como é nos outros infantários, mas no do Sebastião muitas das raparigas produzem-se, até mesmo para dias normais. Naquele infantário também impera as curvas, e a maioria das raparigas tem-las em abundância, o que pessoalmente me deixa bem disposto a maioria das vezes e é uma das razões de eu não me queixar de levar e buscar sempre o Sebastião. Mas o caso da Gulistan era um pouco diferente, devido ao "choque" da aparência.

Há umas semanas tive o primeiro indicio, ao ver passar outra educadora, aparentemente mais reservada ou envergonhada, que nada me disse e notei que era parecida mas não era a Gulistan.

sexta-feira, setembro 18, 2015

A verdadeira tragédia chega em Outubro

Eu sei que nestes dias muita gente pensa na tragédia dos refugiados, para uns por virem muitos para outros por virem poucos, ou na tragédia dos sem-abrigo e pobres do país, ou na tragédia que foi o SCP no primeiro jogo da Liga Europa, mas eu quero reflectir em silencio essas tragédias (o SCP para mim não foi tragédia, note-se).

Outra tragédia com maior impacto vai de certeza acontecer em Outubro, logo no primeiro fim-de-semana. A tragédia não será quem ganhar as eleições, isso já se sabe que será entre o PS e a coligação PSD-CDS/PP, outro resultado muito dificilmente aconteceria. A tragédia é sim porque ao fim de tantos anos com a mesma alternância, com a maioria das pessoas a queixarem-se que é sempre a mesma coisa, vamos manter o status quo.
A tragédia é que PS e PSD (o CDS agora é um acessório) vão ter quase 200 deputados, divididos em partes muito similares entre os 2 blocos, e os restantes partidos dividirão os 30 e poucos lugares que restam.
E para mais as sondagens não indicam que teremos "sangue novo", portanto manteremos os mesmos partidos do costume, apesar do BE só fazer parte da "elite" há 5 legislaturas.
O que revela outra pequena tragédia, já passaram 16 anos desde que tivemos a última novidade no Parlamento!

quinta-feira, setembro 17, 2015

"Fala Sônia" ... ou na verdade, Fala, Sebastião!


A referência à Sônia (sim, com acento circunflexo) deve-se ao pensar no título para este artigo, me ter lembrado desse vídeo, um dos clássicos do YouTube, para muita gente o primeiro vídeo do YouTube que viram, pois penso que ele apareceu a primeira vez em 2007 quando o YouTube só tinha 2 anos.
Mas este texto é sobre parentalidade.

Há umas semanas li um artigo qualquer num site ou blog norte-americano, onde uma mãe escrevia que o filho dela de 18 meses não falava inglês e muita gente dizia que era preciso dar tempo, mas ela estava com uma suspeita então levou a um terapeuta da fala que diagnosticou que o nível dele no que toca à linguagem estava abaixo dos 6 meses. O problema não era que o miúdo fosse atrasado, simplesmente optava por não falar.

terça-feira, setembro 15, 2015

Ele vai num pé e voltará noutro


Eu não conheço pessoalmente o Manuel Montes (só a irmã), mas a Carolina conhece-o. O que vou agora escrever sobre ele é um misto de como ele se descreveu no site e um bocado da minha opinião sobre a aventura, daquilo que acompanhei até agora.

O Manuel Montes é um alentejano maluco, em parte talvez por ser irmão mais novo da Rute,  mas não é maluco por ser ter alistado nos Comandos, e apesar da grande aventura também não é maluco por estar a dar uma volta à Europa de bicicleta.

sábado, setembro 12, 2015

Filosofia de WC - X

Nos tempos recentes vemos que há pessoas que sempre foram politicamente incorrectas e assumiram posições controversas, assim como as suas dúvidas, no que toca ao tema do racismo, xenofobia e discriminação mas que não hesitam em apoiar e defender pessoas diferentes que precisam de ajuda.
Outras há que foram o exemplo do politicamente correcto, sempre indignadas contra a utilização de termos considerados racistas ou xenófobos, mas que cospem ódio e veneno ao verem-se na possibilidade de terem de lidar de perto com as tais pessoas diferentes, acreditando e espalhando a propaganda falsa e caluniosa do medo, sem sequer se questionarem.

Disse uma vez Bertrand Russel: The whole problem with the world is that fools and fanatics are always so certain of themselves, but wiser people so full of doubts. (O problema inteiro com o mundo é que tolos e fanáticos estão sempre tão certos de si mesmos, mas pessoas mais sensatas sempre cheias de dúvidas).

Puxo o autoclismo, lavo as mãos e continuo a duvidar sobre o que será certo ou errado, sobre que acção tomar, sobre o que vai acontecer...

quinta-feira, setembro 10, 2015

Estava enganado, admito


Há coisa de 1 semana e meia saltou-me a tampa e escrevi sobre o problema dos refugiados a tentar entrar na Europa e a parvoíce que era ainda isso ser um problema quando parte da solução era, para mim, simples.
Mas estava enganado, realmente para muita gente não havia problema, o problema só apareceu agora quando oficialmente se decidiu fazer alguma coisa para aliviar esse ... incómodo, chamemos assim.
Por acaso tive a clarividência de imputar culpas em todos nós, em última análise, mas ao fim de poucos dias de discussão pública nas redes sociais, apercebo-me que estava mesmo enganado. Redondamente e espectacularmente enganado. E nunca pensei que me fosse cair a ficha tão rapidamente.

terça-feira, setembro 08, 2015

As recordações num odor


O cheiro a combustível que se sente ao passar no estacionamento do aeroporto de Schiphol traz-me sempre recordações. O mesmo odor sentia-se sempre quando se chegava ao aeroporto de Orly e descia-se com o meu pai para o estacionamento subterrâneo. Mais forte lá, porque em Schiphol o estacionamento é coberto mas ao ar livre.
Mas esta manhã o cheiro levou-me de volta àquelas viagens de avião que se faziam entre Porto e Paris para ir visitar os meus pais. Não será alheio o facto de caminhar para o parque ainda com o breu da noite.

quarta-feira, setembro 02, 2015

O sono, segundo o Pai BaKano


Primeiro de tudo tenho de dizer que pelos vistos as pessoas gostam de ler os disparates que escrevo sobre o tema da parentalidade. Ou então gostam de ler a perspectiva honesta do pai, uma vez que muitas mães escrevem sobre o assunto e muita gente é politicamente correcta, ao passo que eu limito-me a escrever a minha realidade, tal como ela é, apenas com algumas figuras de estilo para adornar o texto.
Digo isto porque os artigos mais recentes sobre o tema são dos mais lidos, pelo número de visualizações. Pelo menos eram em Julho quando comecei o rascunho desta dissertação.
Mas a popularidade ou deriva do tema, da tag, ou dos títulos que arranjo que são atractivos quanto.baste. Daí ter demorado algum tempo a arranjar este, para o tema em questão.

Para contextualizar, eu não costumo escutar ou relembrar tudo o que me dizem ou tudo o que me ensinam. mas tem coisas que fixo logo e nunca mais me esqueço. Uma delas foram "as aulas" sobre o sono do bebé no curso de parentalidade que tivemos, no Centro de Saúde de Aveiro. Sobretudo porque correlacionei logo com histórias que me lembrava de antes, de colegas meus que tinham passado pela parentalidade anos antes.