sexta-feira, outubro 02, 2015

A longa viagem dos envelopes


Há vários anos, certamente antes de 2001 pois ainda trabalhava na "chafarica" o meu colega Pedro comprou um filtro ou lente, ou peça vá, para um telescópio na América do Norte (Canadá ou EUA agora não me recordo). Na altura a FedEx já fazia online tracking com o código da remessa e assim ficamos a saber que desde a encomenda ter sido levantada no vendedor até chegar a Lisboa (passando por Memphis, Paris e Madrid) tinham passado menos de 24 horas.
Depois demorou 1 semana a chegar de Lisboa ao Aveiro.
Na altura pusemos as culpas na empresa nacional que fazia os trabalhos da FedEx, a Rangel, mas na verdade o site ainda não detalhava quando os produtos ficavam na Alfandega, e apesar de já ter entrado e passado por 2 aeroportos em território Europeu, terá sido apenas em Lisboa que a Alfandega terá retido a encomenda.
Mesmo assim era apenas mais uma prova de que os últimos 10% duma viagem, ou o quase, é tantas vezes o mais difícil e o que demora mais tempo.

segunda-feira, setembro 28, 2015

Special Edition 500

Em 2000, quando passei 6 meses num destacamento no UK, numa noite de Sábado queria sair e ir até um nightclub observar o gado local e quem sabe comer carne no espeto. O meu colega e amigo Filipe não queria ir então fui sozinho.
Lá cheguei e observei as inglesas todas malucas, algumas novas outras mais velhas a roçarem-se em gajos vários. Lá no meio reparei numa que não era bonita mas tinha umas mamas do outro mundo. Outra vantagem era que não aparentava ter gajo à perna mas aparentava estar algo tocada.
Decidi ser audacioso e entrei com tudo, a dizer que estava fascinado pelo peito dela. Ela ignorou-me então disse que lhe oferecia £100 para lhe morder os mamilos. Ela não disse nada então eu insisti e ofereci £500 ao que ela retorquiu que valia muito mais. Ofereci então £1000 e notei que ela estava a considerar. Fiz a última oferta, £2000 para lhe morder os mamilos. Ela perguntou "para morder?" e eu confirmei: "2000 se me deixares morder os mamilos". Ela pegou na minha mão e levou-me pelo meio das pessoas até ao WC feminino, onde outros casais se dedicavam a satisfazer outras necessidades que não as convencionais fisiológicas.
Entramos numa cabine, ela desapertou a blusa, baixou o soutien e disse "Vai em frente". E eu fui, com tudo. Apalpei, beijei, lambi, enfim, estava a aproveitar-me e bem daquele mar onde um gajo se podia afogar se não tivesse cuidado. Passado algum tempo ela pergunta, já um pouco ofegante: "Então, não vais morder". Ao que respondi: "Não, é muito caro!".

quinta-feira, setembro 24, 2015

Afinal havia outra

Já tinha comentado várias vezes com a Carolina. Uma das educadoras do Sebastião, de seu nome Gulistan (nome de origem turca ou curda, dependendo da forma correcta de escrevê-lo; assim sem acentos é curdo) parecia mudar de penteando muitas vezes, e para além disso certos dias parecia estar diferente, em termos de aspecto físico.
Não sei como é nos outros infantários, mas no do Sebastião muitas das raparigas produzem-se, até mesmo para dias normais. Naquele infantário também impera as curvas, e a maioria das raparigas tem-las em abundância, o que pessoalmente me deixa bem disposto a maioria das vezes e é uma das razões de eu não me queixar de levar e buscar sempre o Sebastião. Mas o caso da Gulistan era um pouco diferente, devido ao "choque" da aparência.

Há umas semanas tive o primeiro indicio, ao ver passar outra educadora, aparentemente mais reservada ou envergonhada, que nada me disse e notei que era parecida mas não era a Gulistan.

sexta-feira, setembro 18, 2015

A verdadeira tragédia chega em Outubro

Eu sei que nestes dias muita gente pensa na tragédia dos refugiados, para uns por virem muitos para outros por virem poucos, ou na tragédia dos sem-abrigo e pobres do país, ou na tragédia que foi o SCP no primeiro jogo da Liga Europa, mas eu quero reflectir em silencio essas tragédias (o SCP para mim não foi tragédia, note-se).

Outra tragédia com maior impacto vai de certeza acontecer em Outubro, logo no primeiro fim-de-semana. A tragédia não será quem ganhar as eleições, isso já se sabe que será entre o PS e a coligação PSD-CDS/PP, outro resultado muito dificilmente aconteceria. A tragédia é sim porque ao fim de tantos anos com a mesma alternância, com a maioria das pessoas a queixarem-se que é sempre a mesma coisa, vamos manter o status quo.
A tragédia é que PS e PSD (o CDS agora é um acessório) vão ter quase 200 deputados, divididos em partes muito similares entre os 2 blocos, e os restantes partidos dividirão os 30 e poucos lugares que restam.
E para mais as sondagens não indicam que teremos "sangue novo", portanto manteremos os mesmos partidos do costume, apesar do BE só fazer parte da "elite" há 5 legislaturas.
O que revela outra pequena tragédia, já passaram 16 anos desde que tivemos a última novidade no Parlamento!

quinta-feira, setembro 17, 2015

"Fala Sônia" ... ou na verdade, Fala, Sebastião!


A referência à Sônia (sim, com acento circunflexo) deve-se ao pensar no título para este artigo, me ter lembrado desse vídeo, um dos clássicos do YouTube, para muita gente o primeiro vídeo do YouTube que viram, pois penso que ele apareceu a primeira vez em 2007 quando o YouTube só tinha 2 anos.
Mas este texto é sobre parentalidade.

Há umas semanas li um artigo qualquer num site ou blog norte-americano, onde uma mãe escrevia que o filho dela de 18 meses não falava inglês e muita gente dizia que era preciso dar tempo, mas ela estava com uma suspeita então levou a um terapeuta da fala que diagnosticou que o nível dele no que toca à linguagem estava abaixo dos 6 meses. O problema não era que o miúdo fosse atrasado, simplesmente optava por não falar.

terça-feira, setembro 15, 2015

Ele vai num pé e voltará noutro


Eu não conheço pessoalmente o Manuel Montes (só a irmã), mas a Carolina conhece-o. O que vou agora escrever sobre ele é um misto de como ele se descreveu no site e um bocado da minha opinião sobre a aventura, daquilo que acompanhei até agora.

O Manuel Montes é um alentejano maluco, em parte talvez por ser irmão mais novo da Rute,  mas não é maluco por ser ter alistado nos Comandos, e apesar da grande aventura também não é maluco por estar a dar uma volta à Europa de bicicleta.

sábado, setembro 12, 2015

Filosofia de WC - X

Nos tempos recentes vemos que há pessoas que sempre foram politicamente incorrectas e assumiram posições controversas, assim como as suas dúvidas, no que toca ao tema do racismo, xenofobia e discriminação mas que não hesitam em apoiar e defender pessoas diferentes que precisam de ajuda.
Outras há que foram o exemplo do politicamente correcto, sempre indignadas contra a utilização de termos considerados racistas ou xenófobos, mas que cospem ódio e veneno ao verem-se na possibilidade de terem de lidar de perto com as tais pessoas diferentes, acreditando e espalhando a propaganda falsa e caluniosa do medo, sem sequer se questionarem.

Disse uma vez Bertrand Russel: The whole problem with the world is that fools and fanatics are always so certain of themselves, but wiser people so full of doubts. (O problema inteiro com o mundo é que tolos e fanáticos estão sempre tão certos de si mesmos, mas pessoas mais sensatas sempre cheias de dúvidas).

Puxo o autoclismo, lavo as mãos e continuo a duvidar sobre o que será certo ou errado, sobre que acção tomar, sobre o que vai acontecer...

quinta-feira, setembro 10, 2015

Estava enganado, admito


Há coisa de 1 semana e meia saltou-me a tampa e escrevi sobre o problema dos refugiados a tentar entrar na Europa e a parvoíce que era ainda isso ser um problema quando parte da solução era, para mim, simples.
Mas estava enganado, realmente para muita gente não havia problema, o problema só apareceu agora quando oficialmente se decidiu fazer alguma coisa para aliviar esse ... incómodo, chamemos assim.
Por acaso tive a clarividência de imputar culpas em todos nós, em última análise, mas ao fim de poucos dias de discussão pública nas redes sociais, apercebo-me que estava mesmo enganado. Redondamente e espectacularmente enganado. E nunca pensei que me fosse cair a ficha tão rapidamente.

terça-feira, setembro 08, 2015

As recordações num odor


O cheiro a combustível que se sente ao passar no estacionamento do aeroporto de Schiphol traz-me sempre recordações. O mesmo odor sentia-se sempre quando se chegava ao aeroporto de Orly e descia-se com o meu pai para o estacionamento subterrâneo. Mais forte lá, porque em Schiphol o estacionamento é coberto mas ao ar livre.
Mas esta manhã o cheiro levou-me de volta àquelas viagens de avião que se faziam entre Porto e Paris para ir visitar os meus pais. Não será alheio o facto de caminhar para o parque ainda com o breu da noite.

quarta-feira, setembro 02, 2015

O sono, segundo o Pai BaKano


Primeiro de tudo tenho de dizer que pelos vistos as pessoas gostam de ler os disparates que escrevo sobre o tema da parentalidade. Ou então gostam de ler a perspectiva honesta do pai, uma vez que muitas mães escrevem sobre o assunto e muita gente é politicamente correcta, ao passo que eu limito-me a escrever a minha realidade, tal como ela é, apenas com algumas figuras de estilo para adornar o texto.
Digo isto porque os artigos mais recentes sobre o tema são dos mais lidos, pelo número de visualizações. Pelo menos eram em Julho quando comecei o rascunho desta dissertação.
Mas a popularidade ou deriva do tema, da tag, ou dos títulos que arranjo que são atractivos quanto.baste. Daí ter demorado algum tempo a arranjar este, para o tema em questão.

Para contextualizar, eu não costumo escutar ou relembrar tudo o que me dizem ou tudo o que me ensinam. mas tem coisas que fixo logo e nunca mais me esqueço. Uma delas foram "as aulas" sobre o sono do bebé no curso de parentalidade que tivemos, no Centro de Saúde de Aveiro. Sobretudo porque correlacionei logo com histórias que me lembrava de antes, de colegas meus que tinham passado pela parentalidade anos antes.

segunda-feira, agosto 31, 2015

Só existe um problema porque somos uns palhaços

Eu não li ou ouvi directamente ele dizer, mas alguém escreveu, e acredito que seja verdade, que o Durão Barroso afirmou que a Europa tem um problema de migrantes ou refugiados por causa dos palhaços racistas e xenófobos que existem na Europa.
É verdade que muita gente acha que não temos que aceitar essa malta, que só vêm criar problemas, mas essa gente não me parece ser a maioria, e não é por causa deles que temos o problema.
O problema é mesmo dos palhaços, mas os palhaços são os nossos líderes e em última analise todos nós.

Os números não batem todos certo pois são sobretudo estimativas e calculados por entidades diferentes, mas pelos vistos terão sido perto de 300 mil os refugiados que tentaram este ano e até final de Julho entrar na Europa vindo do Norte de África e Médio Oriente.
Que o número seja o dobro até ao final do ano. Aliás, que no total sejam 10x mais, imaginemos que 3 milhões de pessoas estão a tentar fugir do território deles onde não têm condições e muitos, como os Sírios são refugiados de guerra.

sexta-feira, agosto 28, 2015

Meu maluco mês de Agosto

Consegui evitar usar o título tão batido, apesar de ser muito parecido. Doido ficaria melhor, mas maluco tem 3 sílabas e assim bate certinho com o refrão daquela música que todos, muitos vá, conhecem, e que também serviu de inspiração para um filme de cinema.
Mas este mês foi mesmo algo maluco, porque apesar de ser supostamente o mês de férias onde pára mais de meio mundo, foi muito animado e doido também.

Por exemplo até ontem ainda só tinha visto no cinema ou na televisão aqueles casos de casais que de repente decidem casar-se e vão até ao registo só os 2 e casam-se assim, sozinhos e de repente, sem mais nada. Mas ontem aconteceu com um casal amigo, e portugueses ainda por cima. Ainda há umas 2 semanas falava-se em nossa casa sobre casamento e o nenhum interesse deles em fazê-lo e dias depois estava a receber uma mensagem para passarmos em casa deles para comer bolo e beber champanhe, aliás foi Cava, porque se iam casar!

quarta-feira, agosto 26, 2015

Faltou dizer ... sobre Praga


Como muitas vezes escrevo os textos por partes e em momentos distintos, depois de ter pensado neles, esqueço-me de dizer tudo o que tinha planeado.

Por exemplo que uma das coisas que me ficará na memória sobre Praga é a praga das Segways. Já tinha lido no TripAdvisor que haviam muitos roteiros com guias de Segway, mas não contava que andassem mesmo por todo o lado. Parece-me um bocado parvo, sobretudo porque tal como muitas outros "brinquedos" podem importunar os transeuntes normais ao meterem-se à frente, tal como os selfies sticks, mas analisando melhor nem eram tão incomodativos como a malta de bicicleta consegue ser aqui no centro de Amesterdão.

Quarta-feira de manhã cedo

Ainda deitado, abro os olhos e dou-me conta que ainda é cedo. Como de costume quando me deito nu, acordo com desejos carnais e num instante só consigo pensar nisso.
Ela está deitada mais para o meu lado, metade da minha almofada já está até de fora da cama. Tem o corpo descoberto, por cima do édredon, portanto passo-lhe a mão nas coxas e no rabo, o que não provoca reacção mas ela já protesta quando lhe toco num seio, dando mesmo, um safanão.
Como de costume tenho de tirar o cavalinho da chuva.

Levanto-me e fico por momentos de pé a contemplá-la a dormir e a pensar em fazer uma malvadez. Mas nunca iria correr bem, como denunciado pelo protesto do ligeiro toque anterior.
A gata entra a miar no preciso momento que me viro para sair do quarto. Também está com carência mas acho que apenas de mimos. Ignoro-a para já porque ainda estou meio a dormir mas voltar para a a cama não vai resultar.

segunda-feira, agosto 24, 2015

Metade suado, a outra molhado

É o resumo de um fim-de-semana alargado, que conteve 4 dias, em Praga e que aconteceu entre o andar a ouvir Snarky Puppy e a ser negado a chance da fama.

Há muito tempo que ambicionava ir a Praga, um das capitais muitas vezes elogiada por muitas pessoas e com aquela magia extra de ter estado atrás da cortina de ferro.

Eu não vou me alargar muito em fazer a crónica desta viagem. Isso deixo para a Carolina, que já cronicou o fim-de-semana, também alargado, em Londres aqui, aqui, também aqui e finalmente aqui.
Mas posso dizer que gostei muito, apesar de apanhar muito calor nos 2 primeiros dias, sobretudo no primeiro com temperatura acima dos 35°C e chuva nos outros 2.
Daí o título, porque passei a primeira metade da estadia todo suado e a segunda todo molhado ... e suado também.

quarta-feira, agosto 19, 2015

O meu triunfo chegou ... mas anonimamente

Esta imagem que aqui vedes não é minha, mas foi criada por mim, pois fui eu que a capturei, recortei (com o devido enquadramento) e publiquei (no Facebook), instantes depois do navio-escola NRP Sagres ter chegado ao centro de Amesterdão, no final da Parada inicial dos veleiros que participam no SAIL 2015 (um evento que só ocorre aqui de 5 em 5 anos por isso os holandeses ficam todos malucos).

Ficou comprovado que as minhas ideias para atingir a fama na net são correctas. Em pouco mais de 1 hora esta imagem teve mais de 1700 gostos e mais de 325 partilhas (e continua a contar, quero ver quantas mais terão na próxima hora)!
Pena é que a grande maioria dos gostos e todas as partilhas serem da publicação da Marinha Portuguesa desta mesmo imagem e não da minha!
Mas note-se, não é duma imagem parecida, é mesmo desta, a imagem que eu criei.

sexta-feira, agosto 14, 2015

Ainda estou siderado

Eu gosto de usar este adjectivo, no lugar de outros mais comuns. E gosto de usar porque é aquele que se aplica em muitas ocasiões, pois usar um dos mais comuns como perplexo ou atónito não é suficiente.

Acontece-me algumas vezes, e nos últimos tempos as redes sociais são a fonte que me oferecem dessas situações. E fico sempre contente quando é uma boa razão.

Ontem, a ver o Facebook pela manhã deparei-me com uma partilha de um vídeo, a segunda metade de uma música que eu não conhecia de uma banda (o termo é mais correcto que grupo, neste caso) que eu também não conhecia.

terça-feira, agosto 11, 2015

Pus o pé mas não molhei a meia


Porque as tinha tirado antes sequer de entrar no areal. Para quem não percebe o texto oiça (e veja) esta canção (por acaso não conhecia a versão em cante alentejano).

Como a foto mostra, demos um saltinho até à praia. Não foi a primeira vez, muitas vezes damos uma volta e vamos espreitar o mar. Também não foi a primeira vez que fomos até ao areal com o Sebastião. Mas foi a primeira vez que molhamos o pezinho no Mar do Norte. Eu e ele.
E digo-vos, que grande vontade que me deu de dar um mergulho pois a água estava óptima e com pouca diferença para cá fora. Quem diria?

sexta-feira, agosto 07, 2015

Ser bom profissional ou ter uma boa carreira?

Pode parecer estranho a pergunta mas a verdade é que as 2 coisas não são sempre compatíveis. Existem até muitos empregos ou funções em que são mesmo incompatíveis.
Outras, como o ser gestor ou posição de chefia, uma coisa leva quase sempre à outra.

Mas a verdade é que nos meandros das engenharias, o mundo que eu conheço melhor, isto nem sempre acontece. E às vezes quando acontece resulta mal, porque muitas vezes para se ter uma boa carreira tem de se deixar de ser engenheiro e passar a ser chefe e muita gente que é excelente em engenharia é uma merda a chefiar (ou liderar).

Noto que onde estou agora, cultiva-se a gestão da carreira. Muita gente está aqui para isso. E isso não é errado de todo, é tal como na política onde um gajo que faça um bom trabalho é logo posto de lado e para se ter uma boa carreira tem de se cultivar e "trabalhar" em muita coisa, menos fazer um bom trabalho na função para a qual é nomeado ou eleito.

quinta-feira, agosto 06, 2015

Anda tudo histérico com o desemprego

Não é exactamente com o desemprego é com a Taxa de Desemprego do 2° trimestre de 2015 do INE. Pelo que acabei de ler até o José Rodrigues dos Santos fez uma pergunta durante o Telejornal de hoje, sem ter dado a resposta ou explicado porquê. A ser verdade é um péssimo serviço público porque apenas aumenta a histeria sobre a suposta manipulação de dados.

Antes de mais queria dizer que a confirmação que a taxa de desemprego estimada pelo INE está a baixar é um incómodo para muita gente. Por acaso é apenas um indicador, mas como a austeridade do Governo e da troika é obra do Demo, as pessoas não conseguem entender como podem alguns indicadores económicos sugerirem melhoras.
E é quando chegamos a este tipo de ponto que eu noto aquilo que gosto de chamar de "desonestidade intelectual". As pessoas usam partes das notícias e misturam valores ou conceitos diferentes para terem razão.