Esta manhã a vir de carro para o trabalho, já depois de ter deixado o Sebastião na creche, estava a fazer contas à vida, a pensar nos pagamentos que vão cair e como gerir o dinheiro entre a conta aqui nos Países Baixos (a receita, mas também despesa) e a conta em Portugal (só despesa).
E de repente apercebi-me o porquê, em todo estes processos de austeridade em vários países e programas de assistência, que eu costumo estar mais do lado dos credores, pelo menos no início e por defeito (até a situação se desenvolver).
É que também eu sou uma espécie de troika, mas uma troika singular (porque sou só eu), que teve e tem vários programas de assistência a outras entidades.
E de certo modo consigo perceber as reticências ou desconfianças de quem é credor quando depois de ajudar ainda é confrontado com mais pedidos de ajuda.
Certo que para muita gente, tal como no caso das situações na Europa, pode-se pensar que o credor (eu) tem muito dinheiro, pode e deve ajudar, e na realidade está a lucrar com a crise dos outros.
E de repente apercebi-me o porquê, em todo estes processos de austeridade em vários países e programas de assistência, que eu costumo estar mais do lado dos credores, pelo menos no início e por defeito (até a situação se desenvolver).
É que também eu sou uma espécie de troika, mas uma troika singular (porque sou só eu), que teve e tem vários programas de assistência a outras entidades.
E de certo modo consigo perceber as reticências ou desconfianças de quem é credor quando depois de ajudar ainda é confrontado com mais pedidos de ajuda.
Certo que para muita gente, tal como no caso das situações na Europa, pode-se pensar que o credor (eu) tem muito dinheiro, pode e deve ajudar, e na realidade está a lucrar com a crise dos outros.

















