quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Deitar cedo e cedo erguer...

... Dá saúde e faz crescer, não é assim que reza o ditado?
Ora nos últimos dias eu tenho feito uma das acções do provérbios, que é "cedo erguer" e posso agora atestar pela veracidade do efeito correspondente, que é "faz crescer" (segunda acção, segundo efeito).

Por razões profissionais dela, tenho me levantado nesta semana bastante cedo, aliás cada vez mais cedo, hoje foi às 6:30 da manhã, logo tenho tomado o pequeno-almoço igualmente cedo. E o que me tem acontecido é que passo a manhã cheio de fome. Mesmo comendo durante a mesma, chego ao almoço esfaimado! Durante a tarde não me dá assim muita fome, mas ao jantar tenho muito apetite.
O pior foi na segunda-feira, que mesmo tendo comido um iogurte e mais tarde uma banana, ao almoço dei cabo da minha dose, trucidei as sobras deixadas pelos outros e mesmo assim saí do restaurante com fome.

Portanto não tenho dúvidas que realmente, "cedo erguer faz crescer", pois com a fome que dá, e com o se come para apaziguar a mesma, tem de se crescer forçosamente, nem que seja para os lados.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Cabeça de rádio

Nos finais dos anos 80, para os lados de Oxford apareceu uma nova banda, formada por 5 rapazes, que originalmente até se chamaram On a Friday ("Numa Sexta") pelo facto de ser nesse dia da semana que se juntavam para ensaiar. Depois dos rapazes terminarem os estudos universitários e de fazerem várias actuações, despertaram o interesse de um produtor e dono de estúdio de Oxford, que os apresentou à EMI, com quem assinaram um contracto de 6 álbuns em finais de 1991, tendo mudado o seu nome para Radiohead, inspirados por uma música com o mesmo nome dos Talking Heads.

E foi assim que esta banda, lançou o seu primeiro single em 1992, a sua música patife, "Creep", que só teve muito airplay mais lá para 1993, que deve ter sido nessa altura que eu comecei a ouvir os mesmos.
De certeza que toda a gente está familiarizado com o Tom Yorke a dizer a todo o mundo: "Mas eu sou um patife, sou um anormal".
Do primeiro álbum não conheço muito mais para além da "Creep", mas o segundo "The Bends" mantinha o estilo de rock melancólico e com guitarras pesadas, tendo os Radiohead inclusive sendo marcados como banda de Grunge.

Em 1997, os Radiohead lançaram o seu 3º álbum, "OK Computer", que mostrou uma clara diferença para os anteriores, entrando a banda num género alternativo, mas para mim experimentalista também. O álbum foi aclamado pela crítica em geral, e lançou os Radiohead no panorama musical mundial, não mais considerados como uma banda grunge inglesa diferente, mas sim uma banda inovadora e marcante, assim como cheia de talento para definirem um estilo próprio e serem eles a inspiração de outros.

Os álbuns seguintes, "Kid A" e "Amnesiac" gravados quase em simultâneo, mostraram que banda mantinha sua viagem pelo mundo da experimentação, tanto a nível musical como a nível comercial. "Hail to the Thief" trouxe um regresso das guitarras, agora misturadas, e muito bem no meu entender, com os sons mais electrónicos experimentados nos 2 álbuns anteriores.

E finalmente lançaram o seu 7º álbum, mais uma vez inovando, sobretudo na distribuição do mesmo, pois o álbum foi disponibilizado on-line gratuitamente, antes de ser editado nos formatos tradicionais. Ainda não tendo ouvido o álbum, aparte do single que tem passado nas rádios, do que me foi dado a entender "In Rainbows" é um álbum com um som mais acessível e com letras mais personalizadas. Aliás, pelas palavras do próprio Tom Yorke, "In Rainbows" é o seu álbum clássico.

Depois desta minha exposição sobre uma das minhas bandas referidas, deixo-vos com uma das suas melhores músicas, que também é um video-clip excelente, do, para mim ainda, álbum mais marcante deles, "OK Computer":

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Qualquer coisa nem que seja já uma asneira

Disse-me o meu amigo Dr. Veiga, pelo menos comentou aqui no fórum. É verdade, já cansava um bocado o "Descalabro" ali em primeiro plano no meu blog.

Foi um momento complicado, seguidos de mais momentos complicados mas menos prejudiciais para a minha estima, seguido das festas de Natal e Ano Novo. Ano Novo que começou mesmo mal. Foi uma merda mesmo, sem tirar nem pôr. Por momentos pensei que 2008 seria um descalabro por si só!

Uma das coisas que me aconteceu, foi ter recebido um aviso do banco detentor do leasing do meu carro, a notificar que iria receber uma multa de excesso de velocidade, por ir a 119 km/h numa ... auto-estrada! É mesmo tramado. Certo que a zona era teoricamente de 80 km/h, devido a um suposto sinal, que agora não posso verificar, uma vez que o sucedido foi há mais de 1 ano, e nessa altura a A25 (a auto-estrada) ainda estava com obras, mas seja como for, levar uma multa de 119 km/h numa auto-estrada é lixado! Tanto mais que já andei a 220 km/h (no velocímetro do carro)! Se ainda fosse dessa vez, ou de quando vou a 160 e afins, agora a 119 km/h! Que porra de multa...

Bem, mas realmente, as coisas parece que acabam sempre por se equilibrar, e se 2008 começou mal como o caraças, pode ser que acabe super bem.

E já agora, uma vez que este post é dedicado ao Dr. Veiga, tenho ideia de ter visto o seu irmão e meu amigo também, Damião, na TV ontem, numa peça jornalística sobre a Expo de Saragoça, e ele aparecia em cavaqueira com a jornalista, presumo que a trocarem contactos, para eventuais encontros futuros de natureza erótico-sexual!
Tenho de ir confirmar no site da RTP...

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Descalabro

Tenho de admitir que o título deste post deu-me trabalho para escolher e ainda não estou satisfeito com ele... Talvez durante esta escrita que faço agora, o mude uma ou outra vez...

Escrevo esta dissertação, que é mais um desabafo, durante uma estadia em Lisboa para efeitos de formação, que acabou por descambar e formação até agora, tive muito pouco. Aliás tive de estender a minha estadia por mais 1 dia, para ter a dita formação, mas nos dias de ontem e de hoje, estive a desempenhar outras tarefas.

Mas não era este o objectivo deste meu post. O descalabro, que também existe neste projecto onde estou agora temporariamente envolvido, aconteceu na sexta-feira passada, onde pela primeira vez na minha vida profissional, fiz uma coisa sem explicação. Foi-me pedido uma tarefa, daquelas sem grande tempo nem preparação para fazer uma coisa boa, cometi um erro de abordagem à problemática e acabei por providenciar uma solução que não servia para completar a tarefa. O problema é que só me apercebi disso, à última hora, e de repente foi o descalabro! Vi que tinha feito bosta, e que não ia conseguir corresponder às necessidades e iria pôr o trabalho de outros em risco. E depois fiz a pior das coisas, ao invés de tentar minimizar o problema ou o impacto do mesmo, acabei por entrar em pânico e fugir do problema. Fiz uma coisa, da qual já acusei outros de o fazer, que é não pensar no problema e esperar que ele desapareça...

Foi coisa de puto e só serviu para até hoje continuar a pensar em como foi possível tentar fugir duma coisa destas! Ainda para mais nas vésperas de fazer 30 anos de idade, o que para muitos já é sinal de ser um adulto de respeito!
A juntar a isso, o responsável pela tarefa, a pessoa que me pediu esse trabalho, é um chefe 5 estrelas, que protege quem está por baixo e assume os erros para os de cima...

A pena é que vim para Lisboa (que já estava previsto) e estou agora a penar pelo meu pecado, mas mesmo assim posso me considerar um privilegiado, pois amanhã vou-me embora e outros ficarão aqui com a batata quente nas mãos e a continuar a gastar muitas horas e paciência com esta coisa...

E está feito o desabafo.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Está confirmado

Dia 18 de Novembro foi o último dia do Verão de 2007. Já não tenho dúvidas. Depois de semanas seguidas de dias de sol e céu limpo, mesmo com as temperaturas gradualmente a descer e algumas noites já com o frio a fazer-se notar, o momento da passagem de testemunho, a fronteira definida surgiu com esta segunda-feira, dia 19.
Morreu o Verão, preparem-se para o Inverno.

Há quem contraponha que neste fim-de-semana que passou já houve muito frio e temperaturas abaixo de 0º no país, ao que eu digo:
E então?! Também já este ano apanhei com temperaturas de quase 0 graus, mas à noite! Nesse mesmo dia, ou no dia a seguir, as máximas continuavam na casa dos 20º, e via-se pessoas de t-shirt.

Isto é mesmo assim e não há volta a dar. Neste sábado estive aqui pelo Norte, e ao almoço, vestido com uma sweat, sentia um calor muito agradável ao sol, e durante a tarde viagem para o Sul com o carro bem quente, que até o AC vinha ligado volta e meia para arrefecer a temperatura interior para os 20º programados. Passei o domingo por terras do Algarve, onde vi várias pessoas de t-shirt, e novamente era preciso o AC do carro ligar para manter uma temperatura confortável para quem vestia sweat (eu) e camisola (ela).
Estivemos à tarde, já bem perto das 17:00, na praia do Burgau, entre Lagos e Vila do Bispo, onde fazia um tempo radioso, e onde até deu vontade de ir experimentar o mar, tivesse eu comigo alguns calções de banho. Nem vento corria vejam lá bem, naquela zona que costuma ser tão ventosa, tal como Aveiro.

E foi assim, que acabou o Verão de 2007 em beleza. Ao cair da noite, viajando pelo IC1 passando a serra Algarvia, não sabíamos nós que o frio que ia-mos descobrir pelos campos Alentejanos e lezíria do Ribatejo, era já o prelúdio do Inverno, que na manhã do dia de hoje, descobri ao me levantar.
O cinzento do céu e a chuva que não parou praticamente pelo dia fora, foram as boas vindas com que o Inverno nos brindou, neste dia de 19 de Novembro de 2007.

Mas não nos queixemos. Tivemos um Verão looooongo...

terça-feira, novembro 13, 2007

Ministério da (In)Justiça

Esta manhã vinha para o trabalho a ouvir a Antena 3, quando eles noticiam a compra dos 5 carros pelo Ministério da Justiça. “Topos de gama de alta cilindrada”, “potentes veículos de 140cv” diziam eles. E eu a achar a coisa um bocado estranha, não a notícia da compra, pois essas coisas dos políticos são comuns, mas o destaque aos carros, completamente exagerado, e até incorrecto pois falavam em Audi Limousine, modelo esse que não existe.

Chegado ao trabalho, tinha um e-mail sobre a mesma noticia, com o devido link para o Diário de Noticias.

A notícia escrita era mais detalhada que a notícia radiofónica, e pude então saber os detalhes dos carros e dos preços, e as outras razões de mais um “pikeno” escândalo.

O que acontece é que os carros foram comprados, numa altura em que o Governo tem em prática, pelo menos teoricamente, uma política de contenção de custos. A compra foi feita sem concurso publico (o que no entanto compreendo tratando-se de uma compra de carros), mas sem a autorização do Ministério das Finanças. Isso, pelo que parece, pode ser mesmo uma ilegalidade, o que é ainda mais grave do que a falta de carácter do comprar carros novos quando funcionários do mesmo ministério nem dinheiro têm para comprar papel!

E depois vem o grande destaque aos carros comprados:
“Neste panorama de carência, um dos contemplados com um novo carro de alta cilindrada foi o presidente do IGFIEJ (Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça), com um Audi Limousine 2.0TDI, de 140 cavalos. Esta
viatura, sem o IA, custou ao Estado 38615,46 euros, com 2831 euros de equipamento opcional, nomeadamente caixa de 6 CD, computador de bordo a cores,
sistema de navegação plus, sistema de ajuda ao parqueamento, alarme e pintura
metalizada.
(...)Mas também quatro Volkswagen Passat Limousine 2.0TDI - 34257,40 cada -, foram para o Ministério”

Isto era completamente escusado, porque até cria uma boa argumentação de defesa quando isto chegar (se chegar) à Assembleia da Republica.

Primeiro, não existe nenhum Audi Limousine, Limousine é o termo usado pelos constructores alemães para identificarem as viaturas de 3 volumes. O carro será por ventura um Audi A4, carro normal que se vê a potes pelas estradas deste país. O 2.0 TDI nunca pode ser considerado alta cilindrada, muito menos topo-de-gama, pois esse é o motor a diesel de entrada da gama em muitas outras marcas (sei que a Audi tem um 1.9 TDI de 110cv mas esse é muito fraquinho, e até é menos ecológico). Alta cilindrada seria o 3.0 TDI! Se um 2.0 TDI é alta cilindrada o que dizer dos motores 5.0 TDI, são elevadíssima cilindrada?
O mesmo texto se aplica ao Passat!
E porque carga de água se dá destaque a extras como caixa de CDs, computador de bordo a cores, sistema de navegação, sistema de ajuda ao parqueamento, alarme e pintura metalizada? Até um simples Clio pode ter isso tudo, não vejo onde está o problema!

Aqui o jornalista perdeu uma boa oportunidade para levantar as questões pertinentes. As questões pertinentes são:
- Porque é que os magistrados do Ministério tem de recorrer a viaturas da PJ e os administradores dos institutos, sobretudo do Instituto responsável pela gestão financeira do Ministério podem ter carrinhos novos?
- Porque é que foi adquirido um carro novo, quando esse presidente tinha ao seu dispor 2 viaturas do Ministério, aparentemente adquiridas em 2003, uma delas com motorista e de segmento elevado, um Audi A6?
- Porque é que o Ministério costumava usar carros apreendidos, a maior parte aos traficantes de droga, até mesmo o ministro, que são carros bons, e esses sim, muitos de alta cilindrada, e essa politica de ter carros a custo ZERO é abandonada nesta fase de contenção financeira, aparentemente devido a essa fase? Mas o que é que pode ser mais barato que carros a custo ZERO?
- Que raio de contas foram feitas para o preço do Audi, uma vez que esse carro, com os 2831 euros de extras, deveria custar “apenas” na ordem dos 34400 euros, e para onde foram os restantes 4200 e tal euros em relação ao preço pago? Terá sido um desconto de valores negativos, ou seja mais 10%, do que os usuais descontos de menos 10%?

Essas questões são realmente pertinentes, e o cerne da questão seria esse, porque ao tentarem dar foco aos carros adquiridos, até se retira o interesse da notícia, pois para pessoas esclarecidas, ao saberem o custo e os carros que foram apenas vão pensar “Não é nada demais!”.

E para poderem ver que o jornalista Lucínio Lima fez uma má peça jornalística, é o que eu chamo da cereja no topo do bolo, ao ter escrito sobre os carros anteriores do presidente do IGFIEJ:
“(...)e um Peugeot 404, que conduzia pessoalmente. Estas viaturas tinham sido adquiridas em 2003.”

É que isto meus amigos, é que é um Peugeot 404:

Dissertação curta I

De todas as vezes que penso em relacionamentos, casamentos, namoros, e.t.c., e olho para casos com que vou deparando ao longo da vida, chego a uma conclusão simples.
Uma frase, que pode ser até mesmo considerado um ditado:

Meter cornos é dos maiores passatempos da humanidade!

quarta-feira, novembro 07, 2007

Relatos de uma viagem

Como vos disse a 22 de Abril deste ano, fui passar 8 dias aos Açores. Foi uma viagem fantástica, uma quase lua-de-mel minha e da Carolina, tivéssemos nós casado.

Essa viagem merecia uma relato meu, e uma mostragem das muitas fotos tiradas. Um grave problema foi que ao segundo dia a minha MicroDrive de 2.2Gb deu o berro, e a raiva e o receio de ter perdido mais de 500 fotografias e vídeos, deixou-me um pouco sempre com ressentimentos em fazer o relato digital da mesma.

Mas há uns tempos atrás, com ajuda do meu caro Rui Gonçalves, do blog Crónicas da (e depois da) Califórnia, consegui recuperar praticamente todo o conteúdo, e depois disso, a minha moça, também animada pelo facto de ver as imagens daqueles maravilhosos dias, acabou por fazer um relato multimédia da viagem, que eu mesmo não faria melhor, e sendo assim, acabo por fazer-me de calão e apenas apontar para os posts dela.

Sem mais demoras, podem ver por ordem cronológica os relatos de:

- Ilha de São Miguel: primeiros 2 dias
- Ilha do Pico
- Ilha Terceira
- São Miguel: últimos dias

segunda-feira, novembro 05, 2007

Showbiz

Sendo eu uma espécie de musico, sobretudo auto-didacta, aprecio bastante musica, sobretudo de grupos a que gosto de chamar autênticos. Por autênticos falo daqueles que tocam a musica como ela é, ou seja, ao vivo soa praticamente tão bem como em estúdio, e as suas musicas e o seu som são aquilo que eles conseguem produzir e não sons obtidos em larga maioria pelo uso de computadores. Não que tenha alguma coisa contra os avanços musicais e desenvolvimentos na produção de musicas, inclusive alguns grupos mais "tradicionais" conseguem incorporar a tecnologia com muito bom efeito nos seus actos ao vivo.
Mas aquilo que gosto mesmo é o som autentico. E isso leva-me a gostar de rock, sobretudo de bandas, muito mais do que cantores a solo, que não podem fazer tudo sozinhos, logo a banda é mais ... autêntica.
Gosto do rock, porque gosto da energia do rock, seja ele alternativo, indie, punk, progressivo, ou mesmo hard. Desde que a banda consiga ter a energia ao vivo e a autenticidade do seu som, eu costumo gostar.

E isto leva-me a fazer aqui publicidade a mais uma banda, longe de serem uns novatos ou desconhecidos, mas talvez ainda não do conhecimento de todos.
Os Muse, são britânicos, logo têm aquele misticismo todo e melancolia típicos do rock britânico, mas acima de tudo tem uma excelência de execução e técnicas extraordinárias, que faz com que a suas musicas sejam muito ricas e transmitam uma energia quase única e muito boa.

Showbiz é uma das musicas do seu primeiro álbum, intitulado também Showbiz, e é para mim uma das musicas que melhor define o estilo dos Muse. Ouvir Showbiz permite para um bom apreciador, ficar logo com a ideia do que é Muse, e saber que tudo o resto serão metamorfoses deste som que emana desta musica.

E para não defraudar expectativas, nada melhor do que ver e ouvir ao vivo, para ser mais autêntico:

quarta-feira, outubro 10, 2007

Imagens Editadas - Figuras Tristes

Depois de a 10 de Abril ter sido inaugurada neste blog a rúbrica Imagens Editadas, surge agora um novo artigo para a mesma.

Para não acharem que esta rúbrica é só pra brincar com os outros, brindo-vos com imagens de ... yours truly ... EU.
As imagens a seguir, são apenas algumas das imagens que demonstram figuras tristes que eu faço (e farto-me de fazer) durante os dias.
Os "textinhos" foram adicionados por mim mesmo ou por amigos, sinceramente não me recordo!



terça-feira, outubro 09, 2007

Episódios reais

Não tendo capacidade para dissertar nos dias de hoje, vou-me limitar a relatar pequenos episódios reais, dos quais tive conhecimento, e que acho que valem a pena contar, para o mundo saber. Hoje deixo 2.

Engenho de cigano(a)

Esta foi uma história que me contaram, e que sem querer vos enganar, julgo que aconteceu com os Bombeiros de Ílhavo, algures no seu concelho. Acontece que os bombeiros foram chamados por uma mulher cigana, grávida, que se queixava que estava a ter contracções e que estaria a entrar em trabalho de parto, se a podiam levar ao Hospital de Aveiro. Ora os bombeiros pegaram na senhora, e nos 2 miúdos que estavam com ela, pois ela não teria ninguém para ficar com eles.
Lá vão os bombeiros, em marcha de urgência, e deixam a mulher no hospital enquanto os putos desaparecem na direcção do estacionamento do Autocarro Bar, para alguma admiração dos bombeiros. O resultado é que afinal era falso alarme, e lá levam de volta a mulher (e os miúdos presumo) de volta para casa.

Semana seguinte, repete-se a história. Nova chamada aos bombeiros, por causa das contracções. Novamente levam a grávida e os seus 2 miúdos, novamente os miúdos disparam para o parque de estacionamento à chegada, e novamente o resultado é que se trata de novo falso alarme.

Julgo que a coisa voltou a repetir-se, ou pelo menos o pedido da cigana, e os bombeiros ficaram intrigados com a coisa, e pediram às autoridades, ou eles próprios averiguaram o que se passava e a verdade é que ... a cigana nunca esteve com contracções.
A chamada aos bombeiros era apenas uma forma de obter uma boleia de borla para Aveiro, para que os filhos pudessem ir distribuir ... droga!
E que engenhoso esquema era este. É que ainda por cima, viajavam com dinheiro do Estado, e em marcha de urgência.

Para estas coisas, eles arranjam uns belos esquemas...

Vai já de barbatanas

Tenho um amigo que é assim um bocado para o preguiçoso, se é esse o termo certo. Quer dizer, eu sou preguiçoso, ele é um género diferente, ele é mais do tipo de gajo que não quer ter muito trabalho e gosta de arranjar esquemas para fazer as coisas com o mínimo de esforço possível.

Bem, esse meu amigo, mudou de emprego, de local de trabalho e tudo, e como ele padece do mesmo mal que eu, excesso de peso, inscreveu-se logo em ginásios e piscinas e o diabo a quatro, e logo com vontade de começar logo pela manhã e a dar no duro.
Contaram-me então, não me foi dito pela boca do próprio, que ele vai para a piscina, mas fica frustrado pois a cada piscina que faz, tem de parar para descansar pois fica muito cansado. Mas esse o objectivo do exercício, não é? Cansar para queimar gorduras! Mas até o estou a ver a responder, numa frase típica sua "É mas dá muito trabalho!"
Sendo assim, como o rapaz, bem intencionado, precisava de fazer X piscinas por dia a nado, da vez seguinte que foi, levou consigo ... umas barbatanas, e assim, com pouco esforço conseguia fazer piscinas à vontade...

quarta-feira, setembro 26, 2007

Nobre Povo, Nação Valente

Esperei precisamente por este dia, se bem que podia ter sido ontem à noite, para falar de um tema que até terá andando pelas bocas do povo nas ultimas 3 semanas.

O Râguebi, ou no seu nome original Rugby.
O ano passado, tivemos campeonato do mundo de futebol, volta e meia eu falo desse tema, mas o râguebi, que também é um dos tipos de futebol que existem e é um desporto que aprecio, merece agora um apontamento meu.

Pois este ano lá tivemos um campeonato do mundo, e pela primeira vez Portugal esteve lá. Isso é um facto inédito nacional, mas também é um facto inédito internacional, pois foi a primeira equipa maioritariamente amadora (tem alguns jogadores profissionais) a chegar à fase final de um campeonato do mundo (verdade seja dita também ainda não existiram muitos!).
Esta nossa outra selecção, fez-me vibrar, infelizmente pouco pois os seus jogos deram em canal fechado, o que é curioso pois sempre que se fala na selecção de futebol dar em canal fechado até os políticos invocam o interesse público. Sendo assim, vibrei pouco, acompanhando os jogos através de sites que comentavam em formato texto, e lendo com muito orgulho os artigos nalguma imprensa estrangeira (maioritariamente através do site do Eurosport), e até vendo o Jonah Lomu, a grande estrela mundial do rugby, enaltecer esta equipa.

Esta equipa de 15 (cujos jogadores rodavam) conseguiu jogar contra gigantes do rugby, e marcar ensaios em todos os jogos. Esta equipa conseguiu levar multidões aos estádios até em jogos considerados "fraquinhos" (graças à nossa comunidade emigrante obviamente). Esta equipa quase conseguiu ganhar o jogo contra a Roménia, que é uma equipa que participou em todos os campeonatos mundiais até hoje e conseguiu sempre ganhar um jogo (inclusive um contra a França, tida por muitos como a melhor selecção europeia ao longo dos tempos). Esta equipa em 4 jogos disputados, teve por 3 vezes um dos seus jogadores eleito o "Man of The Match", o melhor em campo.
Esta equipa foi responsável pelo momento mais aplaudido do campeonato do mundo, o ensaio marcado à Nova Zelândia, a melhor equipa do mundo. Até os franceses a ver os jogos sentiam especial apreço pela forma como Portugal encarou os jogos, mesmo sabendo que não tinha hipóteses contra os colossos que enfrentaram.
Conseguiram 1 ponto (por terem perdido um jogo por menos de 5 pontos) nos 4 encontros disputados. Ainda há 2 equipas com 0. Talvez Portugal não venha a ser a "pior" equipa do campeonato.
Que feito conquistado pelos rapazes.

Em tempos, quando a selecção de rugby, conseguiu conquistar a segunda taça europeia consecutiva (uma competição para os mais "fraquinhos" do rugby europeu), perguntaram ao Tomaz Morais, o seleccionador nacional, se ele era "o Mourinho do râguebi", ao que ele respondeu e muito bem, "os meus jogadores não ganham fortunas para jogarem, e dêem ao Mourinho jogadores que têm de pagar as viagens para os jogos a ver os resultados que ele consegue obter".

Os "Lobos" (é tradição no rugby as equipas terem uma alcunha) mostraram uma boa parte de Portugal. Dignificaram o nosso hino, na parte que escolhi como titulo "nobre povo, nação valente".
Por ultimo, foram também responsáveis por uma grande momento de emoção e orgulho, que foi ver a alma com que cantaram (certo que mal, mas prontos) o nosso hino.

Em 2006, quando Portugal regressou da Alemanha, com o 4º lugar conquistado, foram recebidos como heróis. Achei um pouco exagerado na altura, mas até vi a recepção com apreço. Espero agora que algumas pessoas, também se desloquem ao aeroporto e prestem homenagem igual a estes verdadeiros "heróis do mar".

sexta-feira, setembro 14, 2007

Graças a Deus pelo Scolari...

Ah, bendito sejas Scolari. Aquele teu momento, no final do jogo de quarta-feira, foi uma lufada de ar fresco, para os noticiários televisivos deste país. Talvez não para os noticiários, mas para quem os assiste.
Ontem, foi com grande alivio, que ao ver os telejornais dos 3 canais generalistas, não assisti aos inúmeros directos, aos investigadores criminais, ou a outros entrevistados, a falar do casal McCann, nem da pobre Maddie.

Ao menos havia outra coisa para falar, outros directos a fazer, outros "especialistas" a entrevistar...
Fiquei feliz!

Na quarta-feira tinha assistido a mais um pobre jogo de futebol. A 1ª parte não vi bem, estava a jantar, e só vi lances, mas a segunda parte vi com relativa concentração, e mais uma vez vi uma equipa deixar-se empatar com um adversário directo, que ainda por cima, digam o que disserem, revelaram-se novamente serem "fraquinhos". É que se ao menos empatássemos com quem joga bem...
E depois tivemos aquilo. Eu que até gosto de assistir aos eventos de K1 no Eurosport, até fiquei entusiasmado, logo a pensar que iria assistir a uma coisa do género, mas infelizmente não deixaram o Dragutinovic tirar satisfações.

O nosso futebol continua a dar alegrias. E se a selecção nos "enchia de orgulho", como diz muitas vezes a RTP, agora parece voltarmos ao tempo, em que temos de olhar para os clubes para encontrar coisas positivas, pelo menos nas competições internacionais.

Agora outro ângulo da historia; anda por aí o Scolari a dizer que quando veio para cá, teve de aprender que "aeromoça é hospedeira" e que "trem é comboio".
Parece que ele também tem de aprender, que cá, "proteger o atleta" não é "dar soco no cara"!

quinta-feira, setembro 06, 2007

Como estão as coisas na costa Oeste?

Interpol ... "The Heinrich Maneuver" ... Ganda malha (e bom video também)

Enjoy...

quarta-feira, setembro 05, 2007

Cá está ele

Eles e os números

A história e a cultura estão cheias de estórias de personagens e números. Parece ser uma combinação que resulta bem.

Temos "Os 12 Trabalhos de Hércules", "Leónidas e os 300 Espartanos", "Os 4 Cavaleiros do Apocalipse", "Cristo e os 12 Apóstolos", "Ali Bábá e os 40 ladrões", "D'Artagnan e os 3 Mosqueteiros" (e a sua versão canina "D'Artacão e os 3 Moscãoteiros", "Branca de Neve e os 7 Anões, "Lobo Mau e os 3 porquinhos", "O Benfica e os 6 milhões", and so on, and son on...

Parece haver uma grande fixação dos cronistas dos tempos idos e modernos, em fazer questão de associar números às estórias.

E parece que agora, uma personagem conhecida do nosso país, quiça mesmo perto de atingir o estatuto de herói nacional, decidiu também ele aderir a esta coisa dos números.
Curiosamente eu só soube de hoje desta ideia do próprio, mas acho que é capaz de pegar no ouvido.

Portanto, caros leitores, agora nós também temos:
"Cristiano Ronaldo e as 5 badalhocas", que tb podia ser "... e as 5 rameiras", ou "... e as 5 meretrizes", ou ainda "... e as 5 meninas", ou então usando a designação técnica oficial "... e as 5 senhoras que não descontam para a Segurança Social".

Neste caso, o nosso herói seguiu uma formula peculiar, pois usou não 1, mas sim 2 sidekicks para esta aventura. Ambos obviamente mais novos e ainda longe de todo o poder e força do nosso astro.
Talvez tenha decidido usar 2 amigos, para seguir a formula bem sucedida da TV-Cabo, "as 3 amigas" (olha, outro exemplo de personagens e números)!

A verdade é que esta nova aventura é um evoluir da anterior aventura, do Comandante Cristiano Ronaldo, em que ele apenas tinha 4 bada... aeromoças.
Eh pá o Scolari já me fez trocar tudo, 4 hospedeiras.


terça-feira, setembro 04, 2007

O Passeio da fama

O que é isso do passeio da fama? Talvez pela imagem possam facilmente identificar. Trata-se daquele passeio que fica em Hollywood (ou Los Angeles, se assim o entenderem) onde existem umas estrelas dedicadas a pessoas famosas da industria do cinema americana (ou estadunidense, como dizem na América Latina).

Sinceramente acho que não é o mesmo o sítio onde eles pôe as mãos em cimento, mas agora não me está a apetecer pesquisar a Wikipédia para confirmar os dados.

Seja como for, a pergunta por vós imposta será porque raios estou eu a falar do passeio da fama?

Simples; está dado o primeiro passo para que um dia eu também lá esteja.
Isto porque amanhã, será um dia histórico. Amanhã falarão de mim num jornal. E diário ainda por cima.
Depois de ter aparecido na site da Eurosport, para milhões de pessoas com um comentário inteligente (vindo de mim nem se esperava outra coisa) sobre uma situação polémica que aconteceu na F1 (GP dos EUA de 2005 para ser mais exacto), chega agora a hora de dar o salto dos meios cibernético-digitais, para a imprensa convencional escrita.
Depois disto será sempre a subir.

Já agora, o que vai ser publicado no jornal é uma referência num artigo semanal ao meu outro blog, o das "Crónicas do Japão" aka "Japan Meets BaKano".
O jornal é o fantástico ... Diário ... de Aveiro!
Certo, é um jornal local, mas prontos, há que começar algures.

Só me falta esperar pela estrela no Passeio da Fama. Mesmo que não seja no Hollywood Boulevard, poderá ser sempre no passeio da casa dos meus pais...

quinta-feira, agosto 16, 2007

Não se passa nada...

Não se passa mesmo nada, parece um deserto. O blog quero eu dizer. As coisas vão-se passando na vida. Umas melhores, outras piores, às vezes mais animado, outras mais cinzento.
É assim.
Quase 3 meses de silêncio "bloguiano" também já era demais.
Talvez em breve encontre um oásis!

quarta-feira, maio 23, 2007

Sintonizar Deus

Tal como já tinha dito aqui quando vos informei que agora iria estar por Lisboa, já passei por umas “estórinhas” curiosas, dignas de serem reportadas. Aquela que vos quero contar hoje passou-se comigo e com o meu colega Vladimiro (português de gema de Torres Novas, e não um russo qualquer) logo na primeira semana de estadia.

Para que a estória faça sentido, tenho de fazer a devida introdução à mesma. Todos os “estrangeiros” da NEC que estão aqui neste projecto, nós incluidos pois não somos lisboetas, estão hospedados no Novotel, que fica na Avenida José Malhoa, a meio caminho entre Sete Rios (Jardim Zoológico) e a Praça de Espanha (Fundação Calouste Gulbenkian).

Num dia ao pequeno-almoço deparamo-nos com um grupo grande de individuos todos com camisolas brancas com letras azuis e frases do género: “Did GOD save your life?” e “Have you already meet GOD?”. Portanto estão a ver, um grupo qualquer religioso ainda por cima com origens norte-americanas pois parecia ser essa a nacionalidade da maioria das pessoas com as tais camisolas. O grupo denominava-se Family Radio, e até tem um site na net...

Mas, passemos ao que interessa pois a introdução já está feita.
Uma noite destas, eu e o Vladimiro estavamos sentados no bar do hotel, bebendo uma(s) cerveja(s), à espera que os nossos colegas germanico e nipónicos fechassem os seus laptops e se juntassem a nós, quando eu reparo num gajo, africano mas mulato ou ainda menos, bastante alto, com 2 mochilas cheias, uma série de gadgets pendurados ao pescoço, e um berrante colete flourescente cor-de-laranja vestido!
Chamou-me a atenção não só pelo colete, como também porque estava constantemente a “viajar” entre uma mesa e o balcão, aparentemente perguntando muitas coisas.
Às páginas tantas, ele é-me trazido pelo nosso colega alemão, pois precisava de ajuda. E pondo-me um papel à frente dos olhos, diz-me o tal mulato, praticamente palavra por palavra, isto:
- “Olhe é o seguinte, eu preciso de saber o que Deus está a fazer agora, por isso tenho de sintonizar no meu rádio este programa.”
...
...
...
Mas continuou:
- “É que eu levei um tiro na cabeça e fiquei completamente marado, e esqueci tudo, e agora tenho dificuldades em saber as coisas. Eu tenho ali o meu rádio naquela mesa, e tenho 2 headphones, se me puder ajudar...”

Eu tentei ajudar o “pobre” homem, mas não consegui entender como sintonizar o tal programa uma vez que a frequência no papel que ele me mostrou não era FM. Mas a folha era do tal grupo Family Radio, então disse ao homem que eles estavam hospedados no hotel para ele lhes pedir ajuda, ao que ele respondeu:
- “Eu sei, mas eles já estão quase todos a dormir e o guia do grupo já está de pijama.”
...
...
...
...

Bem, ainda recebi uma prenda por tentar ajudar o homem, que foi um livrinho que me ensina como salvar a minha alma, e aprendemos uma coisa muito interessante:
Deus transmite em ondas curtas.

quinta-feira, maio 17, 2007

"Shinji narenai"

Não sei se o romaji no título está correcto ou não. Sei que o som da expressão é este, foi o Takamoto-san que me ensinou.

Como (ando sempre a dizer isto) estive no Japão em 2005, aprendi muita coisa sobre o país, sobretudo nas vertentes de viver e trabalhar lá. Sobejamente relatada no blog das crónicas do Japão, essa experiência foi óptima, mas óptima também tem sido esta convivência com 2 japoneses, aqui neste projecto para o SEF em Lisboa.

Eu não tinha confraternizado tanto com os japoneses quando lá estive, excepto das poucas vezes que saímos à noite, e nas coisas do trabalho, e estes meus 2 colegas, a Tsuji e o Takamoto, como são uns japocas mais "internacionais" dá para um gajo se divertir à grande.

O mais giro de tudo foi quando eu descobri a formula secreta de pôr os japoneses a rir. É simples, basta-me falar japonês. Eu sei dizer umas coisas, tive um curso de japonês e até lá estive e tudo, por isso quando me dirijo a eles, volta e meia falo em japonês.
Nesta passada 5ª-feira no entanto é que foi o fim da picada. O ambiente estava descontraído e tal, e eu fui a um site com muitas expressões japoneses e comecei a mandar uns bitaites. Quando reparo estão os japoneses a rirem-se a bandeiras despregadas. E quanto mais eu falo mais eles se riem.
Já depois a vir embora, eu pergunto porque tanto eles se riem, e eles dizem que acham imensa piada eu a falar japonês.

Naturalmente nós vamos assumir que isso é porque eu falo mal e soa-lhes estranho. Mas a verdade é que não! De acordo com eles, eu falo muito bem com um sotaque muito bom, e eles olham para mim e vêm um ocidental e então acham imensa piada!
A caminho para o hotel e depois durante o jantar da noite (que foi pago pelo comercial que tinha vindo para umas reuniões de outro projecto mas que envolve a mesma equipa), eu peço-lhes para me ensinarem outras expressões, eles ensinam, eu repito e eles choram a rir!
Então no elevador eu digo que gostaria de ir trabalhar para o Japão uma temporada e depois de eles me ensinarem as expressões correctas, eu digo em japonês:
"Sugimoto-sama, shigoto kudasai. Takusan okane, kudasai", que significa "Chefe Sugimoto, trabalho por favor. Muito dinheiro por favor".
Os japoneses agarraram-se às paredes do elevador e riam, riam, riam feitos tolinhos. Saíram no seu andar quase aos trambolhões de tanto rir!

Durante o jantar, quanto mais me ensinavam, e mais eu dizia, mais eles se riam, inclusive o próprio chefe deles, até quando eu lhe pedi trabalho e dinheiro!

Ah, o título é uma expressão que se traduz em algo com o mesmo significado disto: Inacreditável!